Blog do Ronaldo

sexta-feira, junho 27, 2008

Homossexualismo na mídia...

Para ouvir, clique aqui.

Hoje quero compartilhar com você uma preocupação. Não sei se você tem notado, mas percebo que a mídia tem procurado transformar a homossexualidade em algo absolutamente natural. Digo mais, a maneira como as coisas estão sendo apresentadas sugere até que ser homossexual é algo prazeroso.

Por que digo isto? Porque praticamente todas as revista, sites de internet, programas de televisão ou novelas apresentam o tema até com certo glamour.

Acompanhe comigo alguns exemplos: dias atrás estava no ar na rede Globo uma novela com o nome Duas Caras. Nos meses finais da trama a principal polêmica proposta era vai ter ou não o primeiro beijo gay no capítulo final? Assim que a novela terminou, a revista Época trouxe na capa um casal de sargentos do exército. A história rendeu dezenas de outras notícias em diferentes veículos de comunicação.

Ainda na Globo, uma nova novela estreou. A Favorita chegou e mais uma vez lá estão os homossexuais glamourizados pela trama. Há inclusive na história uma mulher, que sofre com um marido grosseiro, violento, e que vai encontrar numa relação homossexual tudo aquilo que nunca teve com o esposo.

Sabe amigo, não estou aqui para despertar o ódio contra os homossexuais. Pelo contrário. A Bíblia nos ensina que o Senhor ama a todas as pessoas. Não existe absolutamente ninguém que não seja recebido pelo Pai. Entretanto, algumas coisas que são abominação diante de Deus. Os homossexuais também são alcançados pelo amor do Criador. Entretanto, o homossexualismo é abominação diante de Deus.

Isto pode até parecer contraditório, mas não é.

Mas tem algo mais que eu gostaria de sugerir como reflexão a você: por que será que a mídia tem dado tanta atenção a esse tema? Preste bem atenção nisso: reconhecer que o homossexualismo existe e posicionar-se contra a discriminação é uma coisa; outra bem diferente é transformar homens e mulheres que preferem se relacionar com pessoas do mesmo sexo em modelos de felicidade.

Todos os dias, reportagens e programas de tevê estão sugerindo que esse padrão de vida é algo bom e prazeroso.

Por isso, volto a perguntar: por que isto está acontecendo? Será que não existe um mentor intelectual para esse novo fenômeno midiático? Eu penso que sim. Alguém está querendo levar para dentro das casas um jeito diferente de se relacionar... Um jeito diferente daquele previsto pelo Criador. Alguém está querendo romper com a ordem... Pense nisto. E pense um pouco mais em você e sua família. Será que esse tipo de mensagem não está entrando em sua casa através da tevê, de revistas ou da internet? Será que essas mensagens não são uma cunha do inimigo para abrir uma brecha dentro do seu lar?

sexta-feira, junho 20, 2008

Reverência ao Senhor...

Nesse dia 18 de junho o Brasil comemorou os 100 anos de imigração japonesa. O príncipe herdeiro do trono japonês veio até o nosso país para lembrar da data. Uma grande festa foi preparada. A imprensa de um modo geral fala do assunto. O príncipe Naruhito é recepcionado com homenagens e sempre de forma muito respeitosa. Enfim, tudo muito lindo.

Mas, ouça só uma coisa: antes da chegada do herdeiro do trono do Japão, nós, jornalistas, recebemos uma série de recomendações sobre como nos portarmos diante do príncipe. Por exemplo, foi nos informado que nenhum jornalista poderia...
- Atravessar na frente do Príncipe
- Ultrapassar o Príncipe
- Recuar na frente do Príncipe
- Seguir o Príncipe (filmagens ou fotografias deveriam ser feitas em local parado)
Nenhum jornalista também poderia...
- Gravar conversas do Príncipe aproximando o microfone
- Fazer cobertura fora do lugar pré-determinado
- Entrevistar o Príncipe.

Caro ouvinte, essas eram apenas algumas das recomendações.

Tamanho respeito ao príncipe me fez pensar sobre nossa conduta espiritual.

O príncipe Naruhito, embora seja uma autoridade do Japão, que mereça respeito e tratamento elegante, o herdeiro do trono não é nada mais que um homem, um ser humano – como eu e você. Entretanto, centenas de pessoas tomaram todo cuidado do mundo para não errar no protocolo.

Mas o que dizer do Senhor, nosso Deus?

Quantos de nós nos apresentamos na presença de Deus de forma respeitosa?

Sabe amigo, tenho a impressão que os homens devotam honras a homens e ignoram o Senhor Todo-Poderoso.

Tenho notado em nossas igrejas que muita gente simplesmente ignora estar na presença de Deus. Homens e mulheres, jovens e crianças portam-se como se Deus fosse um zé ninguém. Vestem-se de forma inadequada, falam durante as reuniões, não cantam na hora de cantar, circulam livremente pela igreja, mascam chicletes, namorados trocam beijos e carinhos... Tudo, na presença do Deus Altíssimo. Fariam isso se estivem na presença do príncipe do Japão? Provavelmente não. E se fizessem, seriam repreendidos pela equipe do cerimonial.

Amigo da Novo Tempo, o Fato Pensado só quer sugerir que você reflita um pouco... Somos filhos de Deus. E Ele merece ser honrado por seu povo. O profeta Isaías, em uma de suas visões, viu anjos com seis asas – com duas esses anjos cobriam os rostos, com duas cobriam os pés e com duas voavam... Esses anjos cobriam os rostos e os pés, porque estavam na presença de Deus. Se os anjos, que não cometem pecados, reverenciam o Senhor, como deveríamos nos colocar na presença do Rei dos reis?

sexta-feira, junho 13, 2008

O uso da internet...

O FATO PENSADO de hoje quer falar sobre o uso da internet. Ninguém pode negar os benefícios da rede mundial de computadores. Através da internet temos acesso a um mundo de informações. Mais que isso, conseguimos manter contato com pessoas de qualquer lugar do planeta, fazemos novas amizades, conversamos com amigos e parentes, e ainda temos muitas opções de diversão e entretenimento. Ou seja, a internet parece ser tudo de bom...

Acontece que nem tudo é exatamente o que parece. Por exemplo, pesquisas indicam que essa ferramenta maravilhosa é também usada com mais freqüência para a pornografia. Sites e vídeos pornográficos são os mais acessados. Isso é devidamente comprovado.

A internet também tem sido usada para a publicação de páginas pessoais, com fotos, perfis etc. Até aí, nada demais. Entretanto, tem gente que já gasta mais tempo com essas páginas que com os filhos, a esposa ou o esposo, amigos e, principalmente, com Deus. Além daquelas pessoas que fazem uso dos orkuts da vida apenas para exibicionismo, inclusive com fotos, digamos assim, bastante sugestivas...

Outro comportamento que a internet tem valorizado é a crítica vazia. Muita gente utiliza a internet para se esconder atrás do anonimato ou de pseudônimos para falar mal dos outros, fazer críticas acidas, promover a fofoca ou até mesmo atacar injustamente a moral de outras pessoas. Como não precisa mostrar a cara, faz uso dessa importante ferramenta de comunicação para externar toda a maldade que existe no coração.

Bem, caro amigo, a internet está aí, disponível a praticamente todas as pessoas. Hoje, ainda que a pessoa não tenha um computador em casa, com acesso a internet, é possível navegar pela rede mundial de computadores em casas especializadas – as chamadas lan houses.

Isso sugere a nossa reflexão. Tudo nesta vida pode ser usado para o bem ou para o mal. A internet também. Acessar sites de buscas, emails, páginas de notícias e até mesmo vídeos com músicas, mensagens... é algo que pode contribuir para a formação do nosso conhecimento e até para termos momentos de diversão saudável. Por outro lado, quando se gasta tempo demais com a internet, perdendo horas de sono, ignorando a necessidade de atenção para com a família... Quando se gasta tempo na internet, deixando de alimentar o espírito, dedicar tempo a leitura da Bíblia e da oração... Quando se gasta tempo com banalidades, pornografia e outras bobagens, o cristão coloca um outro deus no altar de sua vida. E faz muito mais que isso: o cristão passa a valorizar o que é superficial, tornando sua vida medíocre e vazia.

sexta-feira, junho 06, 2008

Amizades de adolescentes...

O FATO PENSADO de hoje quer falar de um assunto que tem tudo a ver com quem tem filhos adolescentes... Vamos falar sobre as amizades dos nossos filhos. O tema foi abordado numa reportagem interessante publicada no site da Johnson e Johnson do Brasil.

Caro amigo, a turma de amigos é uma das coisas mais importante na vida de um adolescente. Porém, pode ser uma fonte de sofrimento para os pais. Afinal, assim como a galera pode contribuir positivamente para o bom desenvolvimento do jovem, ela também pode influenciar seu filho a tomar caminhos que não eram os planejados pelos pais. Mas o que fazer? Será que é hora de interferir nessa escolha?

É preciso ter muita sabedoria nessa hora... Se você acha que seu filho adolescente ainda não tem idade suficiente para decidir o que é bom para ele, cuidado. Não é porque foi criado por você que ele terá necessariamente os mesmos desejos, os mesmos gostos e as mesmas necessidades.

Por isso, não se desespere se seu filho preferir fazer parte de uma turma que em nada se assemelha ao que você escolheria. Ele pode identificar-se com pessoas que você considera completamente o oposto daquilo que você acha que seria o amigo ideal.

E, embora possa parecer estranho para você, a semelhança não é o único critério de seleção. O jovem, quando seleciona a rede de amigos, procura pessoas com características que ele gostaria de ter ou que, por algum motivo, desperta seu interesse. Então, cuidado: proibir a convivência não é o caminho.

Antes de dizer que aquele menino (ou menina) não é o tipo de amigo que deveria andar com seu filho, reflita sobre o assunto. Será que não está havendo preconceito da sua parte? Lembre-se que aprender a conviver com o diferente e saber respeitá-lo faz parte do processo de desenvolvimento social de todo indivíduo.

Entretanto, uma coisa é a amizade de seu filho com pessoas que são diferentes de vocês, mas não representam um risco para a formação do caráter... Outra coisa completamente diferente é a amizade com gente de caráter duvidoso... Nesse caso, é preciso ter ainda mais atenção.

E aqui tem mais um detalhe: a admiração exagerada por uma única pessoa e a dependência de uma em relação à outra são motivos que merecem atenção especial. Procure conversar com seu filho, deixando que ele fale sobre seus medos e vontades. É muito importante analisar todo o contexto antes de tomar qualquer decisão.

Mas se o seu maior receio é que a relação de seu filho com os amigos possa influenciá-lo a fazer coisas que considera erradas, saiba que o maior aliado é sempre o diálogo e o bom relacionamento dentro de casa.

Não há estratégia mais eficiente... Estabelecer um bom canal de comunicação é ferramenta indispensável para que pais e filhos possam enfrentar essa fase de maneira pacífica. Experimente!

quarta-feira, maio 28, 2008

Reclamações...

O Fato Pensado de hoje vai refletir sobre um assunto que você conhece bem: a reclamação. É isso mesmo. Quero aqui lançar o desafio: que tal ficar um dia inteiro sem reclamar?

Essa quase brincadeira foi lançada em março pela revista Claudia. Numa reportagem de Tatiana Bonumá, a publicação aborda esse tão conhecido assunto em nosso dia-a-dia, a reclamação.

A jornalista apresenta alguns argumentos que quero reproduzir aqui...

Primeiro, repare: tem gente que reclama de tudo... Do tempo, se calor, frio ou chuva... Do tempo de espera na fila, do motorista da circular, do professor... Enfim, são reclamações pra ninguém botar defeito.

É verdade que muitas vezes a pessoa que reclama está coberta de razão. O trânsito incomoda, os impostos, a violência urbana e, inclusive, o chefe.

Mas é preciso aprender a resistir. Isto, porque o ato de reclamar interfere negativamente no comportamento e emoção das pessoas. O ato de reclamar leva ao mau humor e interrompe a produtividade, a motivação e o bem-estar. Ou seja, é uma forma de não avançar; de parar no tempo. E o que é pior: vicia. Dia mais dia menos a pessoa está tão viciada que não sabe abrir a boca se não for para reclamar de alguma coisa.

A reportagem lembra que a reclamação é um hábito negativo que se torna crônico. O curioso é que a pessoa que reclama não consegue enxergar formas diferentes de se comportar, retorna sempre a essa postura, muitas vezes sem perceber.

A psicoterapeuta Suely Nassif diz que “reclamar é reflexo de uma realidade interna. Quando se tem uma imagem negativa de si mesmo, do outro e da vida, torna-se mais suscetível a esse tipo de comportamento”. O pior de tudo é que quem reclama sempre acaba se tornando uma pessoa frustrada e indesejada.

Mas, caro ouvinte, será que a gente não pode reclamar nunca? Bem, não é isso que estou sugerindo. Como jornalista que sou, tenho a missão de dar voz à sociedade e apresentar algumas reclamações da população. Por isso mesmo, muitas vezes apresento queixas contra o poder público pela falta de manutenção do asfalto, o atendimento à saúde nos postos de saúde, o transporte coletivo que está sempre lotado... E por aí vai.

Entretanto, uma coisa é mostrar-se indignado diante de uma situação e propor uma reflexão para que haja uma mudança na realidade. Esse tipo de reclamação é saudável, pois é pontual e indica a nossa tentativa de alterar o meio em que vivemos. Outra coisa bem diferente é reclamar de tudo e ficar por isso mesmo. Por exemplo, o que adianta você reclamar do tempo, se está chovendo, fazendo calor ou frio? Nada vai mudar. O que adianta você reclamar do seu professor se ele nem sabe de sua insatisfação e em nada você o ajuda a tornar-se um melhor educador? Percebeu? Na igreja, por exemplo, tem gente que reclama o tempo todo do sermão do pastor, mas nunca conversou com ele para provocar uma mudança... Ou seja, a pessoa reclama, reclama e por isso mesmo torna-se muita chata.

Caro amigo, pense um pouco nisso. Reflita. Será que você não tem sido uma dessas pessoas que reclamam e fizeram desse comportamento desagradável um vício? Se você anda reclamando, tente se policiar. Procure evitar as queixas comuns – aquelas que vão do trânsito até o chefe. Se você se sair vitorioso, certamente vai começar a ser mais feliz e quem estiver do seu lado vai gostar muito mais desse seu novo jeito de ver o mundo.

quarta-feira, maio 14, 2008

Família X Pornografia

O FATO PENSADO de hoje reflete e reproduz parte de um texto de Armando Luis Francisco, escrito para o Portal da Família. O assunto discutido pelo autor é a pornografia. A abordagem feita por Armando Luis Francisco aponta que a pornografia é um prejuízo familiar.

Caro amigo, o mercado pornográfico é um dos mais rentáveis negócios de todos os tempos. Em todo mundo, milhões de revistas e álbuns são vendidos expondo belas mulheres e homens nus.

Entretanto, a mais nova, rentável e promissora ferramenta desse mercado é a Internet. Com um sucesso devastador e arrecadação bilionária, esse novo negócio aumenta cada vez mais o impulso pornográfico no planeta. Permitindo com isso que boa parte dos lares, com acesso a WEB, esteja conectado em páginas com conteúdo pornográfico. Desfrutando das imagens de corpos nus, sexo e prazeres oferecidos.

Porém, essa ferramenta tem causado problemas e constrangimentos diversos. A Pedofilia, considerada a mais grave infração permeada pela web, tem fortalecido um mal, inigualável, aos jovens e crianças deste mundo. E pessoas têm sido encarceradas pela prática e divulgação de imagens de sexo com crianças. Além do que, outras aberrações têm sido demonstradas, como, por exemplo, a zoofilia.

Para prejuízo das famílias, hoje qualquer pessoa obtém imagens e vídeos da pornografia, de maneira fácil e gratuita. Dezenas de milhões de lares no planeta já foram invadidos, sem que as pessoas, pais e mães, ou um ou outro, saibam.

Na realidade, a pornografia tem destruído muitos lares. Pois quando o outro cônjuge, pais, familiares, descobrem, já parece, irremediavelmente, tarde demais. Isso acontece, sem distinção de nacionalidade, cor, etnia ou credo religioso. Na verdade, caro amigo, muitos cristãos vivem essa realidade escondidos atrás da fachada de crentes...

Aliás, começa assim: - Por pura curiosidade, a pessoa envolvida, acessa uma vez. Geralmente a pessoa acessa motivada por um e-mail de conteúdo pornográfico ou oferecimento de um produto com conotação sexual. Logo depois, a pessoa começa a acessar os diversos mecanismos de buscas. O que parecia inocente torna-se um vício que separa a pessoa do prazer do convívio e do relacionamento com a esposa ou com o esposo. Ou ainda faz com que jovens sejam estimulados na busca cada vez mais precoce pelo prazer carnal.

O perigo é muito real para os jovens. Encontros são marcados pela internet. Namoros e sexo são virtuais e, depois, carnais. A juventude se afunda sem que os pais saibam.

Caro amigo, a pornografia é hoje um assunto sobre o qual deveríamos refletir. Temos nos ocupado de tantas e muitas vezes esquecemos que nossos lares estão sendo minados por essa estratégia eficaz do inimigo. Homens e mulheres, jovens e adolescentes têm colocado diante de seus olhos imagens que excitam o corpo, mas abrem a mente para domínio de satanás.

É preciso romper com o vício. Não é fácil, pois o inimigo é astuto e muito convincente. Entretanto, só a busca do Senhor através da oração e da leitura da Bíblia pode dar forças para o cristão. É preciso se armar contra essa cilada. E o primeiro passo é reconhecer o pecado, confessá-lo e pedir ajuda ao Senhor.

quarta-feira, maio 07, 2008

O amor entre pais e filhos...

O FATO PENSADO de hoje quer falar sobre o amor entre pais e filhos. Antes de apresentar alguns argumentos a você, quero fazer apenas uma pergunta: você acha que o amor que um filho tem pelo pai e pela mãe é algo intrínseco? Ou seja, você acha que esse amor é algo natural, genético? Ou você acha que o amor do filho pelo pai e pela mãe é resultado de uma relação afetuosa, respeitosa e baseada em muito carinho?

Sabe, caro amigo, faço esse questionamento por uma razão muito simples: tenho notado que nós, pais, muitas vezes nos esquecemos de tornar prazeroso o relacionamento com nossos filhos. Somos afetuosos e carinhosos com todo mundo, mas nos esquecemos das pessoas mais importantes de nossa vida, nossos filhos. É verdade que preciso aqui abrir um pequeno parêntese: às vezes somos grosseiros e rudes não apenas com nossos filhos, mas também nossos cônjuges.

Bem, mas voltando ao tema proposto... O que mais quero chamar sua atenção nesta manhã é para a importância do respeito e do carinho no trato dos pais com seus filhos. Parece algo natural, mas observo que isso às vezes escapa de nosso controle. Acontece que o nosso filho só terá verdadeiro amor por nós se o conquistarmos. Nossos filhos não nos amam porque são nossos filhos. Eles nos amam porque se sentem amados por nós. E aqui está o segredo: eles precisam se sentir amados. Não basta sentir amor por nossos filhos. Não basta dizer que amamos nossos filhos. Eles devem perceber que nós os amamos.

Conheço filhos que respeitam seus pais, mas evitam conviver com eles. E sabe por que isso acontece? Porque quando estão próximos de seus pais, sentem-se desrespeitados.

Alguns pais na tentativa de educar bem seus filhos estabelecem um tipo de relacionamento que acaba se tornando pesado, um verdadeiro fardo para o filho. Quando o filho tem a primeira oportunidade de escapar, afasta-se e procura manter uma distância que o permita se sentir livre.

Isto acontece porque alguns pais querem corrigir seus filhos e, para mantê-los sob controle, passam o dia gritando com as crianças, respondendo de forma rude... A intenção é boa, mas o método é desastroso.

Caro amigo, sou defensor dos limites. Como pai, cometo erros freqüentemente por tentar manter meus filhos debaixo de regras muito claras. Regras estas que, no modo de entender de algumas pessoas, podem parecer até um tanto exageradas. Entretanto, estabelecer regras não significa ser ríspido ou estúpido com um filho.

Crianças precisam de limites, mas devem se sentir amadas, respeitadas... Crianças também se sentem oprimidas, quando o tratamento dedicado a elas é, digamos, pouco educado. Pense: como você se sentiria se o seu chefe passasse o dia gritando com você? Dizendo faz isso... faz aquilo?

Alguns filhos não respondem a todas as nossas orientações. Por exemplo, existem mães que são muito organizadas e querem que seus filhos tenham os mesmos hábitos. Acontece que algumas dessas crianças simplesmente não conseguem encontrar onde deixaram a toalha molhada após o banho... O problema começa quando a mãe dessa criança não consegue reprimir sua irritação e passa a brigar o tempo todo com o filho por causa da toalha deixada sobre a cama, do calçado fora do lugar, do material da escola que ficou espalhado...

Não estou sugerindo que as mães deixem de orientar seus filhos sobre a importância da organização. Mas posso assegurar que se o foco da educação for apenas esse e as orientações foram feitas mediante ordens a cada cinco minutos, gritos, atitudes ríspidas e, lamentavelmente, até palavrões, certamente essa criança não vai ter os melhores sentimentos por essa mãe.

Lembre-se, a orientação bíblica é clara: pais, não provoqueis à ira vossos filhos...

quarta-feira, abril 30, 2008

Sucesso profissional...

O FATO PENSADO de hoje quer refletir sobre sucesso profissional. Bem, nesta manhã, não pretendo orientar sobre o que você deve fazer para ser uma pessoa de sucesso... Na verdade, quero refletir a respeito desse tema sob uma outra perspectiva...

Há pelo menos uma semana, uma das revistas que estão sobre minha mesa tem a seguinte manchete: “Decisões de sucesso”. Trata-se da edição de abril da revista Você S.A. O tema principal da publicação são decisões que fazem a diferença na consolidação de uma carreira profissional e no desempenho dos negócios.

Caro ouvinte, atualmente há milhares de revistas e livros que abordam diferentes aspectos da vida profissional. São dicas úteis, importantes e que, quando bem aplicadas, podem realmente impactar a nossa carreira.

Entretanto, ultimamente tenho pensado muito sobre o que representa esse sucesso. Que tipo de prazer proporciona ser o melhor na sua profissão? Existe felicidade no coração daquele que conquista todos os bens que sempre sonhou?

Dia desses uma mulher simples, zeladora, me perguntou quanto tempo trabalho diariamente. Respondi que começo meu dia por volta das seis e meia e quase sempre entrego minhas últimas atividades profissionais do dia perto das onze e meia da noite. Afinal, são dois empregos e mais algumas obrigações extras...

Essa mulher, na simplicidade dela, perguntou: mas é preciso trabalhar tanto? Prontamente, respondi que sim. Preciso trabalhar muito. Tenho um compromisso com a família... Quando me casei há mais de 15 anos fiz um compromisso com minha esposa de tentar ser o melhor marido e isso incluía dar segurança financeira a ela e aos filhos que iriam nascer. Hoje, trabalho muito para cumprir meu compromisso pessoal e para dar aos meus filhos uma educação de qualidade, para manter o alimento na mesa e ainda proporcionar algum tipo de lazer a minha família.

Mas, sabe caro ouvinte, aquela pergunta continua repercutindo em meu coração. Não tenho uma folga financeira que me permita abrir mão das minhas atividades, mas, pense comigo, quantas vezes temos sido movidos apenas pela busca de uma carreira de sucesso, abandonando outros tantos valores e coisas que deveriam ser prioridade em nossa vida?

Pense um pouco mais: do que vale todo o sucesso profissional e não ter uma família estruturada, filhos ao redor da mesa, uma esposa ou um esposo que são de fato companheiros na jornada dessa vida?

Conheço pessoas que em nome da carreira profissional não tiveram filhos. Conheço outras que preferiram se casar duas, três vezes que abrir mão da carreira... Tem aquelas que tentam conciliar carreira e família, mas priorizam apenas o sucesso profissional. Com isso, os filhos crescem abandonados e, quando chegam à adolescência, tornam-se revoltados e encontram satisfação no mundo das drogas.

Caro ouvinte, concluo nosso FATO PENSADO de hoje sugerindo essa reflexão... Nossa busca por sucesso muitas vezes nos faz esquecer que aqui nesta terra estamos apenas de passagem. Quem se empenha em conquistar bens, riquezas, prazeres, pode estar esquecendo de cuidar da alma, do coração, da família, dos amigos...

Quanto ao nosso sustento, aquilo que precisamos para ter uma boa vida aqui na terra, o pensamento de Hebreus 11, 6 pode responder melhor que eu as suas preocupações:

“Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem se aproximada dele precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam”.

quarta-feira, abril 23, 2008

Um bom exemplo...

O FATO PENSADO de hoje quer falar sobre a importância de um bom exemplo. Em semanas anteriores, falamos aqui sobre a educação e apresentamos alguns questionamentos sobre a forma como temos orientado nossos filhos.

Hoje, quero continuar essa reflexão, mas apontando um aspecto que é fundamental para que nossos filhos sigam as nossas recomendações.

Quando falamos sobre um bom exemplo, falamos sobre as mais diferentes práticas. Por exemplo, ouvi nesse fim de semana o relato de um avô que recentemente passou por uma situação constrangedora com o neto dele. Esse avô saiu de casa acompanhado do neto e foi até um supermercado para comprar algumas coisinhas e, entre essas coisas, um pequeno objeto para aquela criança.

No supermercado, o neto se viu diante do produto com o qual seria presenteado. Na gôndola, estavam duas marcas diferentes – uma, de marca conhecida e mais cara; outra, um pouco mais popular, mas mais barata. Sem muito dinheiro no bolso, o avô comentou que compraria o objeto mais barato. Rapidamente, o garoto sugeriu ao avô que trocasse as etiquetas dos produtos. Ou seja, o menino estava propondo que o produto mais caro recebesse a etiqueta daquele que estava mais em conta. O avô, ao orientar o garoto sobre o erro que estaria cometendo, recebeu, de pronto, uma resposta bastante original: “mas vovô, meu pai faz isso. Sempre que encontra um produto mais caro, ele troca as etiquetas”.

Caro amigo, pense comigo por alguns instantes nessa situação... Imagine como se sentiu aquele avô. Ele estava diante de uma situação típica do que a gente pode chamar de “espertísse aguda”. O pai daquele menino talvez sempre achou que estava sendo muito esperto por trocar etiquetas e economizar alguns trocados. Entretanto, que tipo de ensinamento você pensa que esse pai estava passando para o filho?

Sabe, em pequenas coisas ensinamos nossos filhos a mentir, a se corromper, a se tornarem pessoas de moral duvidosa. Quando não queremos atender alguém ao telefone, mandamos dizer que não estamos em casa. Quando precisamos escapar de uma multa na estrada, oferecemos algum tipo de recompensa para o guarda nos livrar daquela penalidade... Para pagar mais barato, compramos cds e dvds piratas... As crianças vão aprendendo com nossos atos de esperteza e amanhã reproduzirão os mesmos comportamentos.

E tem um detalhe que poucas vezes nos damos conta... Pense comigo, quem você acha que são os políticos corruptos que dirigem nossa nação? Tenho certeza que são filhos de pais que se achavam espertos e deixaram exemplos de que não há pecado em mentir só um pouquinho, não há pecado em enganar só um pouquinho, não há pecado em economizar alguns trocados alterando uma etiqueta ou deixando de devolver o dinheiro a mais entregue por algum caixa desatento.

A conduta moral de nossa sociedade é reflexo de nossos exemplos. Não existe meio termo: ou somos verdadeiros ou somos mentirosos. Não existe meia verdade. Meia verdade é uma mentira, como qualquer outra.

Caro amigo, talvez isso pareça radical demais. Acontece que não seremos melhores como seres humanos se não nos comportarmos de forma íntegra. Quem acha que pequenos deslizes são toleráveis e necessários, também deve achar que uma mosca que cai enquanto o confeiteiro bate a massa do bolo não representa nenhuma falta de higiene.

quarta-feira, abril 16, 2008

Educação dos filhos...

O FATO PENSADO de hoje quer falar sobre educação. Como pai que sou, sinto-me desafiado todos os dias a pensar nesse tema. Todo mundo fala que filho não nasce com manual. Isto é verdade. Filho não nasce com manual. E cada filho tem um jeito diferente de ser. Uma personalidade. Isto faz com que o papel dos pais seja ainda mais difícil.

Nesta semana, tive o privilégio de conversar com uma das maiores autoridades em educação deste país, o Dr. Içami Tiba. Sempre que falo com ele fico com a impressão de que nós pais erramos muito. Também fico com a certeza de que temos uma missão grandiosa e quase aquilo que nossos filhos se tornam, de alguma forma, tem a ver com o jeito que educamos nossas crianças.

O grande problema em nossos dias é exatamente a nossa pouca segurança em aplicar princípios eternos de educação. Somos bombardeados por modelos educacionais e pela culpa de nem sempre estarmos tão próximos de nossos filhos. Isto faz com que muitos de nós relaxemos na disciplina e as crianças perdem os limites. Ao perderem os limites, tornam-se indisciplinados, agressivos e, muitas vezes, na adolescência, resolvem experimentar novidades, como as drogas.

Na conversa que tive com o Dr. Içami Tiba falamos um pouco sobre o reflexo na escola da educação que damos aos nossos filhos. Não sei se você tem percebido, mas são cada vez mais comuns relatos de indisciplina e agressividade nas escolas. Mas por que isso acontece? Acontece porque nós, pais, muitas vezes apoiamos nossos filhos demais, protegemos as crianças e não permitimos que elas experimentem a frustração, o sofrimento. E tem mais um detalhe: não são raros os casos de pais que se colocam contra professores, contra a escola, porque escola e professores estão exigindo demais de seus filhos. Ou ainda por que repetem aquela frase tola: “quem educa meu filho sou eu”. Quando um pai, uma mãe fala isso, está feito o estrago. A criança sabe que sempre terá um aliado poderoso e passa a desafiar todo tipo de autoridade, tornando-se um reizinho.

O que os pais ignoram é que esse reizinho logo estará mandando neles e, qualquer dia desses, vai estar dando de dedo diante de seus olhos arregalados. O que os pais também ignoram é que esse filho, essa filha, não vai ter espaço numa sociedade que exige cada vez aplicação, envolvimento e disciplina para alcançar o sucesso profissional.

Caro amigo, sei que o assunto é complexo. Sei também que todos nós temos dúvidas se estamos fazendo a coisa certa para nossos filhos. Nenhum de nós quer errar na educação das crianças. Entretanto, ao não permitir a frustração, ao não sermos coerentes na educação, ao não corrigirmos de forma mais dura os nossos filhos, estamos abrindo a guarda para que esses pequenos, que hoje são tão lindinhos, tornem-se monstrinhos amanhã ou depois e nos façam chorar de arrependimento...

quarta-feira, abril 09, 2008

Drogas virtuais

O FATO PENSADO de hoje discute os limites entre a vida real e virtual. Talvez o assunto, para você pai, para você mãe que me ouve, não seja tão familiar assim. Entretanto, é muito provável que seus filhos conheçam tudo de um novo, o chamado mundo virtual...

O uso das novas tecnologias, entre elas a internet, é uma febre entre crianças, adolescentes e jovens. E é nesse universo que muitos deles experimentam as chamadas drogas virtuais, que prometem os mesmos efeitos das drogas reais, mas "sem fazer mal". Mas será que é assim mesmo?

Uma reportagem publicada no site da Johnson e Johnson do Brasil aponta que o mundo virtual está cada vez mais parecido com a realidade. Prova disso são os ambientes em que a gente cria personagens e vive uma outra vida como se ela fosse verdadeira. Mas, nesse faz-de-conta, algumas novidades provocam polêmicas. É o caso das drogas virtuais, que prometem os mesmos efeitos dos alucinógenos reais, mas sem seus efeitos nocivos.

À primeira vista, o conceito das drogas virtuais parece bastante inofensivo - sendo visto com descrença por muitos especialistas: cada dose é, na verdade, um arquivo musical que traz uma série desconexa de sons. Essa freqüência provocaria uma alteração momentânea de nossas ondas cerebrais, produzindo sensações de relaxamento, euforia, hipersensibilidade, mudança de humor, etc.

Para dar certo, os criadores de um dos site mais conhecidos do segmento alertam que é preciso ouvir a "dose" através de fones de ouvido estereofônicos. A explicação para essa curiosa exigência remete a uma técnica criada em 1839 pelo físico Heinrich Dove, chamada de batidas bineurais.

A técnica mostrou que, se cada um dos ouvidos for exposto a uma freqüência semelhante, mas não igual, nosso cérebro produziria uma nova freqüência, que seria capaz de alterar o estado de consciência.

Acontece que essas drogas virtuais, que chegam até os ouvidos de nossos filhos, possuem alguns efeitos colaterais.

Uma conseqüência possível é o desenvolvimento de um comportamento compulsivo. E aqui um detalhe muito importante, também pessoas que ficam horas e horas diante da internet e dos jogos em geral podem desenvolver comportamentos compulsivos.

Outra conseqüência do uso das chamadas drogas virtuais é que algumas pessoas acabando ficando com vontade de experimentar drogas verdadeiras. Ou seja, ao experimentar alguns efeitos das drogas virtuais, elas são estimuladas a procurar as drogas reais a fim de sentirem de forma mais intensa os efeitos das drogas.

Concluindo, é importante lembrar que, sob o ponto de vista legal, vender "drogas virtuais" não é proibido, pois elas não passam de arquivos sonoros. Entretanto, os pais devem ficar sempre atentos ao que os filhos andam fazendo na internet: o diálogo em família é o melhor antídoto para livrar os filhos de perigos reais ou virtuais.

quarta-feira, abril 02, 2008

Amar como Ele amou...

O FATO PENSADO de hoje quer falar sobre a importância do amor em nossa vida. Quero falar com você sobre o amor que temos pelos outros... É verdade que abordei este assunto dias atrás. Entretanto, tenho sentido Deus me orientando, me chamando a atenção para a importância do amor.

Amar ao próximo é mandamento bíblico. Acontece que entre aquilo que Deus nos ensina e aquilo que vivenciamos existe uma diferença muito grande. Por exemplo, quando vemos a história do jovem rico, Jesus chama a nossa atenção para o apego que temos pelas riquezas materiais. Mas, mais do que falar das riquezas, Jesus estava falando da nossa capacidade de amar. Quando leio esse relato bíblico fico pensando: será que eu não responderia como o jovem rico se estivesse diante de uma situação semelhante?

É muito provável que eu e você responderíamos da mesma forma.

É verdade que eu não tenho muitos bens... São poucas coisas. Mas não sei se meu amor pelas pessoas seria capaz de me motivar a abrir mão do meu carro, por exemplo, para pagar a conta de um hospital de uma pessoa doente e necessitada. É muito provável que eu ficaria lamentando a situação desse doente, mas não fizesse nada além de orar pela reabilitação dessa pessoa hospitalizada.

Você faria diferente?

Mas quando falamos de amor pelos outros, tem algo que me incomoda ainda mais... Qual é o meu amor pelas pessoas que ainda não conhecem Jesus? Você e eu sabemos que todo aquele que não confiar sua vida a Jesus está perdido. Ou seja, é preciso se decidir por Jesus para ser salvo. Mas será que nós amamos as pessoas a ponto de nos preocuparmos com a salvação delas?

Sabe, amigo da Novo Tempo, não existe nada mais importante do que a salvação. Estar salvo é ter a garantia de uma vida eterna com Cristo. Estar perdido é morte eterna. Mas será que amamos o nosso vizinho a ponto de nos preocuparmos com o futuro dele? Será que amamos de fato nossos parentes a ponto de nos preocuparmos com a salvação deles?

Amar implica em querer salvar alguém da morte. E mais importante do que a morte física, é a morte espiritual. Acontece que quase sempre não nos damos conta que, quando Jesus nos ensina a amar, devemos amar a ponto de nos preocuparmos com a salvação de nosso próximo.

Confesso a você, caro ouvinte, que tenho sido desafiado pelo Senhor todos os dias a viver esse amor. Não é fácil. Minha natureza humana é egoísta. Amo muito mais a mim mesmo do que aos outros. Entretanto, tenho pedido a Deus que mude o meu coração. Quero aprender a amar. Talvez você esteja num estágio superior de amor. Mas, nesta manhã, se sentir no coração, reflita nestas poucas palavras que apresentamos e tome a decisão de pedir a Jesus que te ensine a amar como Ele amou.

quarta-feira, março 26, 2008

Trânsito

O FATO PENSADO de hoje quer falar sobre o trânsito. Talvez este não seja um assunto que preocupa você. Entretanto, é um tema que muito me tem incomodado.

O trânsito se transformou num dos principais problemas da sociedade contemporânea. Quase todo mundo tem um carro, uma moto... e se não tem, depende das políticas de trânsito para circular como pedestre. Ou seja, todos nós fazemos uso das vias urbanas.

Acontece que, em Maringá e em várias outras cidades do país, as pessoas não se dão conta do quanto são importantes as políticas públicas para tornar o trânsito mais pacífico e, principalmente, funcional.

Note, por exemplo, a situação que o motorista maringaense experimenta a cada dia... Não é difícil chegar a conclusão de que está cada vez mais circular na área central da cidade. Trechos que podíamos fazer em cinco ou dez minutos, hoje tomam o dobro do tempo ou ainda mais.

Por que isso acontece? Porque temos carros demais nas ruas. Não sei se você sabe, mas Maringá conta com uma frota que passa dos 180 mil veículos. Isto quer dizer que existem carros demais circulando pelas ruas e avenidas da cidade. É exatamente por isso que hoje o motorista chega num sinaleiro, o sinaleiro abre e fecha duas ou três vezes até que ele consiga prosseguir.

Bem, caro ouvinte, mas por que é importante discutir esse assunto? Porque eu e você não podemos fazer muita coisa. A única coisa que nós podemos fazer é pressionar as autoridades para que o trânsito seja um tema do qual eles também se ocupem.

Se observarmos o crescimento da frota de veículos em Maringá e as políticas públicas para tornar mais funcional o trânsito da cidade, logo chegaremos a conclusão que alguma coisa tem deixado de ser feita.

Em todo mundo, as cidades que conseguiram melhorar o trânsito, sofreram a interferência direta do poder público. Ou seja, para que eu e você possamos transitar com segurança, seja de bicicleta, a pé ou de carro, a prefeitura precisa pensar e implantar políticas públicas que atendam a uma nova realidade: o crescimento populacional e a frota de veículos.

No caso específico de Maringá, não é preciso fazer muito esforço para notar que as políticas públicas atuais para o trânsito não tem produzido o resultado esperado. Talvez porque nós e nossas autoridades entendamos que o trânsito depende apenas dos motoristas. Entretanto, não é assim que as coisas funcionam. Se apenas políticas de conscientização forem desenvolvidas, vamos chegar a um ponto em que não será possível transitar de uma quadra para outra...

Caro ouvinte, reconheço que o assunto é complexo... Mas o programa de hoje tem mesmo essa intenção: a de fazer você pensar sobre um fato concreto. Este é um ano especial pra você refletir sobre o assunto. É um ano para votar em prefeito e vereadores. Por isso mesmo, é uma boa oportunidade para você acompanhar o que pensam os candidatos sobre o trânsito. Será que eles estão preocupados com o assunto? Melhor ainda, será que eles sabem o que pode ser feito para que você transite pelas ruas e avenidas da cidade com segurança, tranqüilidade, sem se irritar porque não consegue se livrar do congestionamento dos semáforos?

quarta-feira, novembro 21, 2007

Enxaqueca

O FATO PENSADO de hoje aborda um assunto muito importante e que afeta milhões de pessoas. Estou falando da enxaqueca... aquela dor de cabeça, muitas vezes, sem causa aparente. Pois bem, a revista Veja publicou esta semana em seu site o resultado de uma pesquisa interessante. De acordo com essa pesquisa, o cérebro de pacientes que sofrem com enxaqueca é diferente.

É isso mesmo que você ouviu. Neurologistas dos Estados Unidos descobriram que pessoas vítimas de enxaqueca possuem uma parte de seu córtex cerebral mais espessa do que o normal. Agora, os médicos do Hospital Geral de Massachusetts vão investigar se a descoberta é a causa da doença ou uma decorrência da enxaqueca.

O estudo, publicado originalmente na revista Neurology Today, comparou os cérebros de 24 pessoas que sofrem de enxaqueca com os cérebros 12 de outras pessoas que não apresentavam sintomas da doença. Os pesquisadores descobriram que a região do cérebro que nos ajuda a sentir as partes do corpo – o córtex somatosensorial – era até 21% mais espesso em voluntários que sofrem com enxaqueca.

O coordenador da pesquisa, Nouchine Hadjikhani, acredita que o quadro pode tanto ser causa como conseqüência da doença. Ele conta que a maioria das pessoas envolvidas na pesquisa vinha sofrendo de enxaqueca desde a infância, o que significa que uma grande estimulação das áreas sensoriais do córtex poderia explicar essas transformações no cérebro no longo prazo. Isso pode explicar por que pessoas com enxaqueca também sofrem de outras dores, como dor nas costas, mandíbula, além de outros problemas sensoriais, como alodinia – que é aquela sensação de dor provocada por estímulos geralmente não-dolorosos, como vestir uma roupa.

Bem, caro amigo, a descoberta é só mais um passo para tentar entender melhor a enxaqueca. Você que sofre com essa doença já deve saber que ainda não há cura para a enxaqueca. Essas dores de cabeça, muitas vezes, podem ser aparecer por situações corriqueiras... Geralmente depois de um dia estressante, de sofrer com a ansiedade ou mesmo por ter se alimentado fora do horário habitual.

Mas uma coisa é certa: quem sofre com enxaqueca deve procurar ajuda médica. Ainda que a doença não tenha cura, um acompanhamento mais atento quase sempre ajuda a identificar o que faz a dor de cabeça aparecer... Com isso, o médico vai poder orientar você a ter comportamentos preventivos e também vai conseguir indicar um medicamento que possa aliviar a dor, sem causar efeitos colaterais consideráveis.

quarta-feira, novembro 14, 2007

Dengue

O FATO PENSADO de hoje trata de um assunto que todos nós já conhecemos, mas que nem sempre levamos a sério. Estou falando da dengue. Neste ano, Maringá sofreu com uma epidemia da doença... Foram mais de 5,5 mil casos confirmados, algumas mortes e ainda assim muita gente não tem dado atenção ao problema.

O pior é que com a volta do calor e das chuvas novos casos de dengue começam a aparecer. Em Umuarama, por exemplo, só nos últimos dias foram 12 casos confirmados. Em Maringá, a Vigilância Ambiental nessas últimas semanas multou mais de 100 moradores por ter encontrado focos do mosquito da dengue em suas residências.

De acordo com uma reportagem publicada no site da Johnson e Johnson, um dos motivos da proliferação do mosquito é o clima tropical. As condições ambientais das regiões de clima tropical, como é o caso do Brasil, somadas aos hábitos da população, favorecem a propagação do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti.

A doença é transmitida unicamente através da picada de uma fêmea do mosquito. Geralmente, a dengue costuma ser benigna, causando apenas transtornos como febre, dores de cabeça, inapetência, mal-estar, dores musculares e, algumas vezes, manchas vermelhas pelo corpo e pequenos sangramentos.

Entretanto, quando a doença se apresenta na forma hemorrágica, provoca uma queda acentuada de pressão, hemorragia interna e coagulação intravascular disseminada, manifestações que acarretam danos graves e enfarte de vários órgãos, podendo levar, em casos extremos, à morte.

Existem quatro tipos de vírus da dengue (denominados 1, 2, 3 e 4), sendo que o tipo 4 até o momento não chegou ao Brasil. Quando uma pessoa é infectada por um deles, cria imunidade para esse tipo. Quer dizer, ela não pode ser infectada novamente pelo mesmo tipo de vírus, apenas pelos demais tipos de vírus. É por isso que cada vez que a pessoa é contaminada pelo mosquito da dengue o risco é maior de ter dengue hemorrágica.

E, embora seja comum ouvir que a dengue hemorrágica se manifesta apenas quando a pessoa já foi contaminada anteriormente, alguns casos também podem acontecer logo na primeira infecção. Por isso, devemos tomar todo o cuidado possível no que diz respeito à luta contra os focos de transmissão.

E não é difícil evitar a dengue. Basta que todos nós estejamos empenhados em combater os focos do mosquito. As atitudes são simples...

- Evite recintos com água limpa e parada, nos quais acontece a desova dos mosquitos. E não adianta só jogar a água fora: é preciso lavar bem os recipientes, pois a fêmea deposita os ovos nas paredes destes lugares. Assim, mesmo que esse local ou objeto fique seco por muito tempo, os ovos poderão eclodir a qualquer subida do nível de água;

- Cuide para que a caixa-d'água fique bem fechada, assim como poços, barris, cisternas, pneus e outros depósitos que possam acumular água da chuva;

- Não cultive plantas em água, apenas em terra. Além disso, coloque areia nos pratos que ficam sob o vaso. A borra de café e uma mistura de água com vinagre também são ótimos "remédios" para evitar o desenvolvimento do mosquito.

quarta-feira, outubro 31, 2007

Gravidez na adolescência

O FATO PENSADO de hoje trata de um tema bastante polêmico: a gravidez na adolescência. A revista Isto É trouxe uma abordagem que reforça muitas das orientações que são dadas em nossas igrejas... A atividade sexual na adolescência é problemática porque traz marcas para o espírito, mas, conforme a reportagem da Isto É, a vida sexual na adolescência também traz riscos de uma gravidez que quase sempre resulta numa série de outros problemas. Um estudo aponta que filhos de mães muito jovens ficam mais doentes e sofrem mais de desnutrição.

Segundo a revista, a gravidez na adolescência é um drama por si só. A vida da menina, que às vezes mal largou as bonecas, sofre uma reviravolta. A garota se vê diante da responsabilidade de gerar e cuidar de uma criança quando ela mesma ainda não se tornou adulta.

O que muita gente não sabia era que os filhos correm riscos que vão além da instabilidade emocional.

Uma pesquisa da Universidade de Brasília mostra que os bebês também sofrem as conseqüências desta gestação inesperada. Os filhos das adolescentes são amamentados por menos tempo, têm maior índice de baixo peso aos seis meses, sofrem com mais freqüência de desnutrição e esses bebês têm maior atraso na vacinação em comparação aos de mães adultas.

De acordo com a coordenadora da pesquisa, a professora Marilúcia Picanço, uma das questões mais delicadas é a dificuldade das mães adolescentes em criar vínculo com o bebê. Ela lembra que a maternidade quase sempre é terceirizada. São as avós, tias ou outros parentes que respondem pelos cuidados com o neném.

Com isso, essas garotas não amamentam seus filhos. E, segundo a professora, a amamentação é o caminho para reforçar o vínculo mãe-filho. Sem amamentar, a criança perde a referência da mãe e, os dados da pesquisa comprovam, 33,5% dos filhos das adolescentes tiveram doenças como gripe, diarréia e dermatites de fralda contra 26,2% dos bebês das mulheres adultas.

Uma gravidez na adolescência tem outras complicações. Geralmente, essa jovem abandona os estudos e perde a chance de ter uma profissão, uma qualificação necessária para auxiliar o futuro marido e, com isso, assegurar uma vida financeira mais tranqüila.

Bem... essas conseqüências relacionadas pelo estudo da Universidade de Brasília apenas reforçam uma orientação divina. A Bíblia ensina que nossos adolescentes e jovens devem manter o corpo puro. O relacionamento sexual está reservado para depois do casamento. E sabe de uma coisa? A orientação divina não se trata de um capricho de Deus para impedir o ser humano de ter acesso ao prazer. Não tem nada a ver com isso. Quando Deus orienta nossos adolescentes e jovens a se preservarem, Ele está propondo uma espécie de proteção. A sexualidade na adolescência e juventude traz diferentes conseqüências. No programa de hoje você percebeu que, embora a ciência não diga nada sobre a necessidade de se manter puro, os estudos científicos já perceberam os riscos presentes na atividade sexual antes da maturidade.

Deus nos deu o livre arbítrio. A escolha é nossa. Mas a opção por pecar não representa apenas uma afronta ao Senhor, o ser humano ao aceitar, por exemplo, com naturalidade a sexualidade na adolescência também aceita os riscos de carregar marcas emocionais por toda vida. Também, como vimos, existe a possibilidade uma gravidez indesejada, filhos mais doentes, mais frágeis, debilitados e ainda de um futuro incerto pra essa garota...

Tudo isso nos sugere refletir sobre as nossas escolhas. Será que vale a pena seguir a multidão?

quarta-feira, outubro 24, 2007

Brasileiro omisso

A revista Época desta semana traz uma reportagem muito interessante que quero compartilhar com você... O título é “Por que o brasileiro não reclama?”.

Segundo a Época, nós não reclamamos porque a gente acredita que, se ninguém reage, é melhor a gente também não reagir.

Observe um exemplo curioso... mulheres grávidas têm o direito a um assento especial no transporte coletivo. Isso é lei. E a garantia de assentos especiais vale também para mulheres com bebê no colo, idosos e pessoas com deficiência.

Agora, me diga uma coisa: quantas vezes você já viu mulheres grávidas, com bebê no colo ou ainda idosos espremidos dentro do ônibus do transporte coletivo? Quantas vezes você viu essas pessoas reclamando o direito assegurado por lei?

Na verdade, caro amigo, não se trata de um problema exclusivo do transporte coletivo. O brasileiro não tem mesmo o hábito de protestar. A corrupção dos políticos, o aumento de impostos, o descaso nos hospitais, as filas imensas nos bancos e a violência diária só levam a população às ruas em circunstâncias excepcionais.

Mas, por que isso acontece? A resposta a tanta passividade pode estar em um estudo de Fábio Iglesias, doutor em Psicologia e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, o brasileiro age de acordo com aquilo que os outros pensam, e não por aquilo que ele acha correto fazer. Essas pessoas pensam assim: se o outro não faz, por que eu vou fazer?

O problema, amigo, é que, se ninguém diz nada e conseqüentemente nada é feito, o desejo coletivo é sufocado.

Curioso é que esse nosso hábito de reclamar aparece até mesmo quando a gente sofre prejuízos. Tem gente que compra um produto, o produto vem com defeito, a pessoa tenta trocar, não consegue e fica por isso mesmo... Pior é que, muitas vezes, as pessoas nem tanto trocar o produto com defeito. E sabe, essa lógica vale até mesmo para produtos de consumo... como um pão, por exemplo. Você vai na padaria, compra o pão, ele vem embolorado e você fica com vergonha de pedir a troca...

Conforme esse estudo, a crença de que “não-vai-dar-em-na-da” é o discurso comum entre os “não-reclamantes”. É uma mistura de vergonha, medo e falta de credibilidade nas autoridades.

O antropólogo Roberto DaMatta diz que não se pode dissociar esse comportamento omisso dos brasileiros da prática do “jeitinho”. Para ele, o fato de o povo não lutar por seus direitos, em maior ou menor grau, também pode ser explicado pelas pequenas infrações que a maioria comete no dia-a-dia. “Molhar a mão” do guarda para fugir da multa, estacionar nas vagas para deficientes ou driblar o engarrafamento ao usar o acostamento das estradas são práticas comuns e fazem o brasileiro achar que não tem moral para reclamar do político corrupto.

Bem amigo, se você é uma pessoa que reclama, protesta, faz valer o seu direito, você é exceção no Brasil. Todos os estudos feitos sobre o comportamento do brasileiro apontam numa mesma direção: somos passivos. Só que essa passividade só nos faz mal e ajuda a manter o país do jeito que está. E sabe, nosso protesto não precisa ser nas ruas... A gente pode causar grandes mudanças quando, nas filas de espera ou na compra de um produto com defeito, nós agirmos de acordo com a consciência do que é certo. É preciso pôr fim ao silêncio. O primeiro passo para a mudança deste país é abrir a boca.

quinta-feira, outubro 04, 2007

Finanças do casal



O FATO PENSADO de hoje aborda um assunto delicado: as finanças da família. Segundo uma reportagem publicada no site da Johnson e Johnson do Brasil, as discussões sobre dinheiro são um dos principais motivos que acarretam o fim de muitos relacionamentos. Portanto, hoje você vai saber como lidar com a questão financeira dentro do casamento, sem estresse.

A vida a dois significa compartilhar não só o mesmo teto, a mesma cama, mas também todas as conquistas e decepções: filhos, promoção no trabalho, enfermidades,
desemprego... Porém, os conflitos começam a aparecer quando o assunto envolve gestão
financeira, seja pela falta de dinheiro, pelos gastos excessivos ou pela maneira como cada um administra a conta bancária.

Aprender a lidar com as cifras e saber estabelecer estratégias para gerenciar o orçamento familiar juntos é o caminho mais fácil para traçar uma relação financeira saudável.

Pode parecer piada, mas em uma relação conjugal é mais difícil falar sobre dinheiro do que sobre sexo. Embora dividam as contas da casa, poucos casais mantêm a mesma conta corrente ou se sentam para fazer um planejamento financeiro juntos.
Se este é seu caso, é bom começar a repensar seus conceitos. Para quem quer tranqüilidade financeira e afetiva, o primeiro passo é conversar abertamente sobre a renda familiar. É importante deixar claro qual o papel de cada um em relação às finanças; é fundamental que cada um saiba como poderá ajudar no orçamento, e ainda como e quando deverá ser investido o dinheiro.

Aqui, é imprescindível ouvir a opinião do outro sobre o tema antes de se tomar a decisão definitiva. Cumplicidade é a palavra-chave para o sucesso financeiro do casal.

As estatísticas sobre divórcios confirmam que muitos casais rompem o relacionamento por causa do dinheiro. Mas, embora seja uma das principais causas do divórcio, o dinheiro não é o responsável direto pela falência da relação. Na verdade, as divergências causadas pela administração financeira vão criando rusgas no relacionamento e minando os sentimentos de amor, carinho e respeito mútuo.
Por isso, compartilhar os acontecimentos da vida financeira é importantíssimo para evitar as desavenças e para que todos sabiam como agir quando acontecer algum imprevisto.

E lembre-se: desacordos sobre a melhor maneira de usar ou investir o dinheiro são normais. O que não pode acontecer são brigas constantes sem entendimentos.

Assim como vocês conseguem escolher a cor do sofá e o que será servido no jantar juntos, vocês também podem se entender com relação ao dinheiro.

quarta-feira, setembro 26, 2007

Medo de falar em Público - 02

O FATO PENSADO de hoje volta a abordar o tema: medo de falar em público. O medo de falar em público é tema de reportagem da revista Vida Executiva.

No último programa, destacamos que falar em público é uma arte. Também dissemos que todos podem aprender a falar em público e, por fim, ressaltamos que, atualmente, não há nenhuma atividade que não exija uma boa comunicação.

A primeira dica que apresentamos foi: para aprender a falar em público é preciso treinamento.

Hoje, quero destacar que, saber falar em público diferencia as pessoas. Uma pessoa que sabe se comunicar bem gerencia, negocia e vende melhor suas idéias. Isso acontece porque essa pessoa transfere informações com mais clareza. Os especialistas em marketing e diretores de grandes companhias reconhecem que as empresas estão recheadas de exemplos de como a boa expressão pode alavancar carreiras.

Muitas vezes um profissional com uma sólida formação tem uma carreira mediana e seu colega, que possui pouco ensino, mas uma boa comunicação, tem uma carreira cheia de êxito. A diferença está na forma de se comunicar.

Mas é preciso esclarecer: às vezes, saber se expressar é confundido com falar demais. Este é um erro. Pessoas que falam muito acreditam que são comunicativas. Porém, não é bem assim. Comunicar-se de forma eficiente é conseguir o entendimento entre as pessoas. Por isso, falar bem é um ato tão simples quanto complexo ao mesmo tempo. É preciso fundamentalmente ter bom-senso e saber qual é o seu lugar...

Para terminar, reservei pra você alguns segredos de uma boa oratória...

1. Não perca oportunidades de falar em público. Atreva-se!

2. Prepare seu discurso com antecedência.

3. Evite cacoetes de gestos e falas, substitua aquele "ah, eh, hum", por uma respiração.

4. Domine a língua em que irá se apresentar. Ter problemas com o português pode causar um desastre em sua apresentação em público.

5. Sinta-se bem, sinta-se seguro, durma e alimente-se bem.

6. Conheça bem as pessoas que ouvirão a palestra, pois seu discurso deve ser adequado.

7. Sinta e demonstre que tem prazer ao falar em público. Isso impressiona e conquista a atenção e o respeito.

quarta-feira, setembro 19, 2007

Medo de falar em Público - 01

O FATO PENSADO de hoje destaca um assunto que é tema de reportagem da revista Vida Executiva. Hoje vamos falar sobre o medo de falar em público.

A revista Vida Executiva faz uma abordagem interessante sobre o tema e até sugere algumas dicas para você dominar aquele frio na barriga...

Então, vamos ao conteúdo da reportagem...

Uma coisa é certa: FALAR EM PÚBLICO É UMA ARTE. Algumas pessoas já nascem com este dom, outras, porém, precisam descobrir e educar esta habilidade. Em um caso ou outro, o fato é um só: o domínio da expressão verbal e corporal é de importância fundamental diante da platéia, seja ela qual for. Ao falar em público, a pessoa deve se sentir e ser vista como sinônimo de competência. Porém, se ela não estiver no comando de suas ações, a confiança ficará abalada e a zona de conforto limada. Resultado: insegurança e uma desastrosa apresentação.

A boa notícia é que como qualquer habilidade, esta também pode ser aprendida e lapidada. Para isso, é preciso estudar, treinar, se auto-avaliar e ser avaliada. Ao dominar técnicas de oratória você cresce profissionalmente, controla a timidez e aprende a gerenciar o famoso calafrio que dá quando apresentamos uma idéia na sala de aula ou temos a missão de falar na igreja, por exemplo.

Atualmente não há atividade que não exija uma boa comunicação. O grande problema, entretanto, é que ninguém ensina nos bancos escolares a melhor maneira de apresentarmos nossos trabalhos. Por exemplo, quando saímos à procura do primeiro emprego, enfrentamos as famosas sabatinas e as dinâmicas de grupo. Quem não consegue se expressar bem pode perder pontos importantes... Já quem passa por esta etapa tem muito mais chance de se dar bem na vida...

Bem, mas como superar esse medo?

A primeira dica é esta: é preciso treinar...

Hoje há bons cursos que ensinam a se comunicar melhor. Nesses cursos se aprende a controlar as preocupações excessivas e o estresse, a treinar a memória, a ser mais disciplinado, a ser mais hábil nas negociações e, assim, dominar o público...