Estamos em pleno período eleitoral... Dentro de mais alguns dias, vamos escolher prefeitos e vereadores. Um fenômeno cada vez mais crescente é a presença de evangélicos na disputa eleitoral. Em cada cidade, conhecemos dezenas de pessoas, ligadas a instituições religiosas, que participam do pleito – seja na disputa por uma vaga no Legislativo, seja na disputa pelo cargo de prefeito ou vice.
Um aspecto que tem chamado a atenção dos analistas políticos é que, hoje, muitos partidos têm procurado formar chapas para disputa a majoritária e para a disputa proporcional com um número razoável de evangélicos. Tem uma razão pra isso. As lideranças políticas já perceberam que uma chapa que conta com evangélicos geralmente recebe um número considerável de votos. Isto, porque os membros das igrejas muitas vezes preferem votar num irmão a votar numa pessoa que não comungue de sua fé.
Na atual disputa eleitoral, o que não faltam são candidatos a prefeito que optaram ter um vice evangélico. Em pelo menos quatro capitais do país, a chapa contando um vice evangélico tem chances reais de vencer. Para os analistas de plantão, o fenômeno é facilmente explicável. Como disse, trata-se de uma boa estratégia política. Evangélico atrai votos de evangélicos.
E muitas igrejas apóiam essas parcerias. Afinal, trata-se de uma forma eficaz de a igreja ganhar espaço e garantir alguns benefícios.
Bem amigo, não sou contra a participação de nossos irmãos na disputa eleitoral. Embora tenha muitas restrições à vida política, penso é que um direito de as pessoas pleitearem uma carreira política.
Mas existe um outro lado nesta história. A presença de um irmão nosso na concorrência por uma vaga de vereador, prefeito ou vice não assegura em nenhum momento a idoneidade, o caráter do candidato. Não são raros os casos de políticos evangélicos envolvidos em casos bastante suspeitos... Já vimos deputado-pastor virando manchete de jornal em notícias nada elogiosas...
Por isso, o mesmo critério que você usaria para escolher um outro candidato qualquer, você deveria usar para escolher um candidato evangélico. Ser evangélico, nos dias de hoje, infelizmente não é atestado de honestidade, de conduta ética e moral.
E tem um outro detalhe que muita gente não presta atenção... No caso das chapas de prefeito e vice, tem muita aliança que representa verdadeiramente um jugo desigual... O candidato a vice freqüentando os cultos na igreja enquanto o candidato a prefeito, parceiro na disputa, pedindo as bênçãos em terreiros de candomblé.
Caro amigo, temos que ser sábios. Saber separar o joio do trigo. A política faz parte da nossa vida. Não podemos nos omitir. Mas nossas escolhas precisam ser racionais, criteriosas e muito pouco, emocionais.
Mais que a reflexão dos fatos... Nossa vida, nossa história, nossas relações num mundo que precisa de Deus
quinta-feira, agosto 28, 2008
terça-feira, agosto 26, 2008
A mídia em nossa vida...
Os meios de comunicação fazem parte da vida de todos nós. O rádio, a televisão, os jornais, as revistas, a internet... Enfim, conhecemos o mundo através dos meios de comunicação. Eles são tão importantes que você me ouve neste momento justamente por que está sintonizado numa emissora de rádio.
Mas, se na vida da gente os meios de comunicação ocupam um espaço tão importante, é necessário refletir como eles afetam os nossos comportamentos.
Já disse aqui em outras ocasiões que nosso comportamento sofre a influência dos exemplos.
Esses exemplos vêm de nossos pais, das pessoas que estão perto de nós... Mas vêm também dos meios de comunicação.
Aquilo que é mostrado na televisão, os padrões de vida que são apresentados pelas revistados... tudo que vemos ou ouvimos acaba fazendo a gente pensar sobre o nosso jeito de viver.
Ninguém quer se sentir excluído... É por isso que quando todo mundo parece ir numa direção, a gente também se sente estimulado a seguir o mesmo caminho.
Então, quando os meios de comunicação sugerem para nossos jovens que é normal ter uma vida sexual ativa antes do casamento, eles simplesmente entendem que contrariar a multidão é não fazer parte do mundo. É como ser um ET entre os seres humanos.
Caro amigo, por que estou apresentando essa breve reflexão pra você? Primeiro, porque está evidente a presença dos meios de comunicação na nossa vida. Segundo, porque é certo que aquilo que somos ou fazemos nós aprendemos nas nossas interações sociais. Logo, se os meios de comunicação fazem parte da vida da gente, os valores apresentados no rádio, na tevê, na internet, nos jornais, nas revistas... todos esses valores serão incorporados por nossa mente.
E aí, amigo, não adianta dizer: “ah... mas eu sou seletivo. Eu assisto, mas sei o que é certo ou o que é errado”. Eu concordo contigo. Você pode até ter a capacidade de julgar o conteúdo dos programas e reportagens. Mas acontece uma coisa... Quanto mais tempo você passa diante dessas mensagens, mais elas se tornarão naturais pra você. Aquilo que hoje você diz: “isso não presta. Que absurdo!”. Amanhã, vai ser algo que não te causa mais nenhuma estranheza.
Diante dessa constatação, que não é minha, mas é dos grandes pesquisadores da Sociologia, da Psicologia e da própria Filosofia, eu tenho uma sugestão pra você. Diante de qualquer conteúdo de caráter questionável, diante de qualquer mensagem que possa ferir seus valores, tenha um comportamento pró-ativo: desligue o aparelho, feche a revista, jogue fora o jornal... Amigo, não se exponha. A Bíblia é clara: devemos fugir das tentações. Eu acrescento: fuja dos conteúdos duvidosos apresentados pela mídia. Preserve a sua saúde mental e, principalmente, a saúde espiritual.
Mas, se na vida da gente os meios de comunicação ocupam um espaço tão importante, é necessário refletir como eles afetam os nossos comportamentos.
Já disse aqui em outras ocasiões que nosso comportamento sofre a influência dos exemplos.
Esses exemplos vêm de nossos pais, das pessoas que estão perto de nós... Mas vêm também dos meios de comunicação.
Aquilo que é mostrado na televisão, os padrões de vida que são apresentados pelas revistados... tudo que vemos ou ouvimos acaba fazendo a gente pensar sobre o nosso jeito de viver.
Ninguém quer se sentir excluído... É por isso que quando todo mundo parece ir numa direção, a gente também se sente estimulado a seguir o mesmo caminho.
Então, quando os meios de comunicação sugerem para nossos jovens que é normal ter uma vida sexual ativa antes do casamento, eles simplesmente entendem que contrariar a multidão é não fazer parte do mundo. É como ser um ET entre os seres humanos.
Caro amigo, por que estou apresentando essa breve reflexão pra você? Primeiro, porque está evidente a presença dos meios de comunicação na nossa vida. Segundo, porque é certo que aquilo que somos ou fazemos nós aprendemos nas nossas interações sociais. Logo, se os meios de comunicação fazem parte da vida da gente, os valores apresentados no rádio, na tevê, na internet, nos jornais, nas revistas... todos esses valores serão incorporados por nossa mente.
E aí, amigo, não adianta dizer: “ah... mas eu sou seletivo. Eu assisto, mas sei o que é certo ou o que é errado”. Eu concordo contigo. Você pode até ter a capacidade de julgar o conteúdo dos programas e reportagens. Mas acontece uma coisa... Quanto mais tempo você passa diante dessas mensagens, mais elas se tornarão naturais pra você. Aquilo que hoje você diz: “isso não presta. Que absurdo!”. Amanhã, vai ser algo que não te causa mais nenhuma estranheza.
Diante dessa constatação, que não é minha, mas é dos grandes pesquisadores da Sociologia, da Psicologia e da própria Filosofia, eu tenho uma sugestão pra você. Diante de qualquer conteúdo de caráter questionável, diante de qualquer mensagem que possa ferir seus valores, tenha um comportamento pró-ativo: desligue o aparelho, feche a revista, jogue fora o jornal... Amigo, não se exponha. A Bíblia é clara: devemos fugir das tentações. Eu acrescento: fuja dos conteúdos duvidosos apresentados pela mídia. Preserve a sua saúde mental e, principalmente, a saúde espiritual.
quinta-feira, agosto 21, 2008
Jovens e bebidas...
O Brasil vive um momento importante em sua história... Diferentes setores da sociedade estão mobilizados para reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, principalmente entre os motoristas.
Todo mundo sabe que bebida e volante, definitivamente, não combinam. Mas entre saber e realizar existe um grande abismo. Por conta disso, está em vigor a chamada Lei Seca, que apertou o cerco contra motoristas que bebem antes de dirigir.
Os resultados já começam a aparecer. O número de atendimentos a acidentes com vítimas está diminuindo... E o mais interessante, o consumo de bebidas foi diretamente afetado. Em todo Brasil, houve uma queda de 30% só na venda de chope. Por outro lado, uma única marca de cerveja sem álcool já aumentou em 66% suas vendas em julho, em comparação com igual período do ano passado.
Em função disso, a indústria de bebidas já decidiu: para não ter prejuízos, está lançando o primeiro chope sem álcool do Brasil.
Bem, mas por que estou apresentando estes dados? Apresento essas informações pra você porque a sociedade só tem que lidar com as conseqüências do consumo de bebidas alcoólicas porque essa é uma realidade na vida de milhões de pessoas.
Hoje, cada vez mais cedo, nossos jovens passam a consumir bebidas.
A situação é tão grave que já existem municípios discutindo a possibilidade de fechar bares que vendam bebidas nas proximidades de escolas e universidades.
E quer saber? Adolescentes e jovens, filhos de pessoas cristãs, têm driblado a orientação dos pais e consomem escondido bebidas alcoólicas.
Às vezes, tudo começa com uma simples brincadeira, quase sempre influenciada pelos amigos. Eles bebem, sentem-se mais leves, animados, divertidos e resolvem repetir a dose.
Acontece que a brincadeira de hoje pode se tornar o vício de amanhã. Isto, porque para obter o mesmo prazer, será preciso aumentar o consumo de bebida.
Mas então o que fazer? A primeira coisa que um pai e uma mãe cristãos devem fazer é pedir sabedoria divina para tratarem do assunto. Ficar irritado, punir, pode não ser o caminho adequado. É preciso ter disposição para conversar. O diálogo é sempre o caminho mais eficiente. É preciso impor limites, mas fazer isso com serenidade.
Saiba que prestar atenção no seu filho e lidar com responsabilidade com o problema da bebida entre adolescentes e jovens é algo com o qual você precisa estar preparado. Infelizmente, eles estão bebendo mais e quase sempre, como disse, escondidos. As conseqüências podem ser desde a queda no desempenho escolar, passando por quadros de irritação, até o mais grave, o total afastamento das coisas de Deus.
Todo mundo sabe que bebida e volante, definitivamente, não combinam. Mas entre saber e realizar existe um grande abismo. Por conta disso, está em vigor a chamada Lei Seca, que apertou o cerco contra motoristas que bebem antes de dirigir.
Os resultados já começam a aparecer. O número de atendimentos a acidentes com vítimas está diminuindo... E o mais interessante, o consumo de bebidas foi diretamente afetado. Em todo Brasil, houve uma queda de 30% só na venda de chope. Por outro lado, uma única marca de cerveja sem álcool já aumentou em 66% suas vendas em julho, em comparação com igual período do ano passado.
Em função disso, a indústria de bebidas já decidiu: para não ter prejuízos, está lançando o primeiro chope sem álcool do Brasil.
Bem, mas por que estou apresentando estes dados? Apresento essas informações pra você porque a sociedade só tem que lidar com as conseqüências do consumo de bebidas alcoólicas porque essa é uma realidade na vida de milhões de pessoas.
Hoje, cada vez mais cedo, nossos jovens passam a consumir bebidas.
A situação é tão grave que já existem municípios discutindo a possibilidade de fechar bares que vendam bebidas nas proximidades de escolas e universidades.
E quer saber? Adolescentes e jovens, filhos de pessoas cristãs, têm driblado a orientação dos pais e consomem escondido bebidas alcoólicas.
Às vezes, tudo começa com uma simples brincadeira, quase sempre influenciada pelos amigos. Eles bebem, sentem-se mais leves, animados, divertidos e resolvem repetir a dose.
Acontece que a brincadeira de hoje pode se tornar o vício de amanhã. Isto, porque para obter o mesmo prazer, será preciso aumentar o consumo de bebida.
Mas então o que fazer? A primeira coisa que um pai e uma mãe cristãos devem fazer é pedir sabedoria divina para tratarem do assunto. Ficar irritado, punir, pode não ser o caminho adequado. É preciso ter disposição para conversar. O diálogo é sempre o caminho mais eficiente. É preciso impor limites, mas fazer isso com serenidade.
Saiba que prestar atenção no seu filho e lidar com responsabilidade com o problema da bebida entre adolescentes e jovens é algo com o qual você precisa estar preparado. Infelizmente, eles estão bebendo mais e quase sempre, como disse, escondidos. As conseqüências podem ser desde a queda no desempenho escolar, passando por quadros de irritação, até o mais grave, o total afastamento das coisas de Deus.
terça-feira, agosto 19, 2008
Dependência da internet...
O uso da internet tem sido um tema recorrente no FATO PENSADO. Hoje, quero voltar ao tema.
Na edição do dia 15 de agosto, a revista Isto É trouxe uma reportagem sobre uma iniciativa do Hospital das Clínicas de São Paulo. O hospital lançou um novo serviço. Trata-se de um programa de atendimento aos usuários com dependência de internet.
Isso mesmo. A internet que informa, a internet que diverte, a internet que possibilita uma comunicação rápida e fácil é a mesma que tem tornado milhares de pessoas viciadas.
Para se ter uma idéia, calcula-se que 10% das pessoas que usam a rede já estejam dependentes. Essas pessoas não conseguem passar um único dia longe da tela do computador.
Um fato que preocupa é que parte significativa desses dependentes é formada por adolescentes e jovens. Ou seja, quanto mais jovem maior é o risco de se tornar um viciado em internet.
Existem algumas características que identificam o vício. Entre elas, o tempo que se passa navegando... Por outro lado, o viciado também pode ser identificado quando não consegue estar satisfeito se for afastado ou tiver que passar um único dia longe do computador.
Caro amigo, o assunto pode até parecer bobagem pra você. Mas quero dizer que a situação é muito mais preocupante do que você pensa. O serviço de atendimento do Hospital das Clínicas de São Paulo não surgiu por um preciosismo da direção daquela instituição. O hospital criou esse programa existem milhares de pais que já não sabem o que fazer para tirar os filhos da frente do computador. Tem adolescente ficando até 40 horas ininterruptas conectado na internet.
E pior é que o vício começa sem que a pessoa perceba... O que hoje parece normal, amanhã pode ser um quadro de dependência psicológica...
Bem amigo, o assunto é mesmo sério. Semelhante aos programas anteriores, não quero aqui ser o chato que diz para você ficar longe da internet. De jeito nenhum. Também uso a rede, gosto de navegar, pesquiso informações diversas, leio notícias, tenho blog pessoal, perfil no Orkut, enfim, uso a internet a meu favor. Mas é preciso reconhecer que o mundo digital esconde riscos...
No mundo contemporâneo, não apenas vícios como bebida, cigarro e outras drogas são capazes de tornar as pessoas dependentes. A internet também vicia. E pior que isso, tem tirado muita gente da sintonia com o mundo real. Dependentes de internet têm se tornado pessoas irritadas e frequentemente sofrem com quadros de depressão.
Na edição do dia 15 de agosto, a revista Isto É trouxe uma reportagem sobre uma iniciativa do Hospital das Clínicas de São Paulo. O hospital lançou um novo serviço. Trata-se de um programa de atendimento aos usuários com dependência de internet.
Isso mesmo. A internet que informa, a internet que diverte, a internet que possibilita uma comunicação rápida e fácil é a mesma que tem tornado milhares de pessoas viciadas.
Para se ter uma idéia, calcula-se que 10% das pessoas que usam a rede já estejam dependentes. Essas pessoas não conseguem passar um único dia longe da tela do computador.
Um fato que preocupa é que parte significativa desses dependentes é formada por adolescentes e jovens. Ou seja, quanto mais jovem maior é o risco de se tornar um viciado em internet.
Existem algumas características que identificam o vício. Entre elas, o tempo que se passa navegando... Por outro lado, o viciado também pode ser identificado quando não consegue estar satisfeito se for afastado ou tiver que passar um único dia longe do computador.
Caro amigo, o assunto pode até parecer bobagem pra você. Mas quero dizer que a situação é muito mais preocupante do que você pensa. O serviço de atendimento do Hospital das Clínicas de São Paulo não surgiu por um preciosismo da direção daquela instituição. O hospital criou esse programa existem milhares de pais que já não sabem o que fazer para tirar os filhos da frente do computador. Tem adolescente ficando até 40 horas ininterruptas conectado na internet.
E pior é que o vício começa sem que a pessoa perceba... O que hoje parece normal, amanhã pode ser um quadro de dependência psicológica...
Bem amigo, o assunto é mesmo sério. Semelhante aos programas anteriores, não quero aqui ser o chato que diz para você ficar longe da internet. De jeito nenhum. Também uso a rede, gosto de navegar, pesquiso informações diversas, leio notícias, tenho blog pessoal, perfil no Orkut, enfim, uso a internet a meu favor. Mas é preciso reconhecer que o mundo digital esconde riscos...
No mundo contemporâneo, não apenas vícios como bebida, cigarro e outras drogas são capazes de tornar as pessoas dependentes. A internet também vicia. E pior que isso, tem tirado muita gente da sintonia com o mundo real. Dependentes de internet têm se tornado pessoas irritadas e frequentemente sofrem com quadros de depressão.
quarta-feira, agosto 13, 2008
Sugestões...
Temos recebido por aqui visitantes de várias partes do Brasil. Ao que parece, muita gente tem acompanhado e gostado das abordagens feitas na Rede Novo Tempo. Por isso mesmo, quero abrir espaço para que você possa sugerir outros temas a serem discutidos em nosso programa. Vai ser um prazer tratar de alguma tema sugerido por você, caro leitor.
terça-feira, agosto 12, 2008
Descoberta em Marte...
No início desse mês de agosto, a imprensa mundial deu destaque a uma descoberta da Nasa. A sonda Phoenix, da agência espacial americana, identificou a existência de água no solo do planeta Marte.
A descoberta deu nova força ao maior questionamento que os homens têm feito ao longo dos anos: existe vida fora da Terra?
A possibilidade de água em Marte foi bastante comemorada pelos cientistas. Até a sonda Phoenix, que estava condenada a ser aposentada, ganhou nova chance de continuar trabalhando. O governo americano ampliou os investimentos para que a sonda continue na ativa. Mais que isso: os cientistas estão eufóricos. Eles pensam que, pela primeira vez, estão muito próximos de descobrir algo realmente impactante no sistema solar.
Caro amigo, quem crê na Palavra de Deus não vê nenhuma novidade na descoberta da Nasa. Embora não possamos afirmar em qual planeta existe vida, temos convicção que existe vida fora da Terra. Não sabemos se o planeta Marte tem alguma participação nesse processo, mas temos a certeza de que nós, seres humanos, não somos os únicos seres criados pelo Senhor.
Mas o que a descoberta da sonda americana no planeta vermelho pode nos ensinar? A identificação de água em Marte revela a você e a mim que a Palavra de Deus é viva, eficaz e verdadeira. Ainda no livro de Jó, o mais velho da Bíblia, encontramos indicações bastante claras de que Deus tem filhos espalhados pelo Universo.
Hoje, todo o esforço da Ciência é feito para confirmar algo que nós já sabemos. O pesquisador da Palavra não precisa da Ciência para acreditar em vida fora da Terra, mas a Ciência, que muitas vezes é cética em relação à Bíblia, está aí, cada dia nos trazendo elementos novos que apontam para a veracidade dos escritos sagrados. Ou seja, a descoberta da Nasa e outras tantas descobertas devem servir para alimentar ainda mais nossa fé. Basta que tenhamos fé para enxergar aquilo que muitos homens não estão dispostos a ver...
A descoberta deu nova força ao maior questionamento que os homens têm feito ao longo dos anos: existe vida fora da Terra?
A possibilidade de água em Marte foi bastante comemorada pelos cientistas. Até a sonda Phoenix, que estava condenada a ser aposentada, ganhou nova chance de continuar trabalhando. O governo americano ampliou os investimentos para que a sonda continue na ativa. Mais que isso: os cientistas estão eufóricos. Eles pensam que, pela primeira vez, estão muito próximos de descobrir algo realmente impactante no sistema solar.
Caro amigo, quem crê na Palavra de Deus não vê nenhuma novidade na descoberta da Nasa. Embora não possamos afirmar em qual planeta existe vida, temos convicção que existe vida fora da Terra. Não sabemos se o planeta Marte tem alguma participação nesse processo, mas temos a certeza de que nós, seres humanos, não somos os únicos seres criados pelo Senhor.
Mas o que a descoberta da sonda americana no planeta vermelho pode nos ensinar? A identificação de água em Marte revela a você e a mim que a Palavra de Deus é viva, eficaz e verdadeira. Ainda no livro de Jó, o mais velho da Bíblia, encontramos indicações bastante claras de que Deus tem filhos espalhados pelo Universo.
Hoje, todo o esforço da Ciência é feito para confirmar algo que nós já sabemos. O pesquisador da Palavra não precisa da Ciência para acreditar em vida fora da Terra, mas a Ciência, que muitas vezes é cética em relação à Bíblia, está aí, cada dia nos trazendo elementos novos que apontam para a veracidade dos escritos sagrados. Ou seja, a descoberta da Nasa e outras tantas descobertas devem servir para alimentar ainda mais nossa fé. Basta que tenhamos fé para enxergar aquilo que muitos homens não estão dispostos a ver...
quinta-feira, agosto 07, 2008
Nossas prioridades...
O programa apresentado nesta quinta-feira na Rede Novo Tempo procura refletir sobre nossas prioridades. A gente dá atenção a tudo, menos para o que realmente importa. Por exemplo, nossa família e amigos. É sobre isto que o FATO PENSADO procura fazer pensar. Para ouvir, clique aqui.
terça-feira, agosto 05, 2008
Fato Pensado: planejamento familiar
Para ouvir o programete, clique aqui.
Na edição do dia 30 de julho, a revista Veja trouxe como destaque de capa uma reportagem sobre a taxa de fecundidade no Brasil. O assunto é relevante e revelador. Se você leu a revista, deve ter percebido que a taxa de fecundidade no Brasil caiu. Hoje, em média, cada família brasileira tem 1,8 filho. Ou seja, é menos de dois filhos por família.
Existem algumas razões para essa mudança no perfil da família brasileira. Entre os motivos estão a inserção da mulher no mercado de trabalho. Para conciliar emprego e família, a mulher precisa ter poucos filhos. Outro motivo é a influência dos meios de comunicação. As novelas brasileiras geralmente apresentam nas tramas famílias de poucos filhos. Isto acaba por criar um referencial para o telespectador. Outra preocupação dos casais é com a capacidade de proporcionar aos filhos uma boa educação, lazer etc. Como geralmente se associa filho com dinheiro, a questão financeira pesa e as famílias escolhem ter menos filhos.
Bem, sob o ponto vista bíblico, não há problemas no planejamento familiar. Embora Deus tenha dito, no início da história humana, “cresceu e multiplicai-vos”, a ordem divina não pode ser aplicada de forma descontextualizada. Isto quer dizer que não há pecado algum em planejar uma família menor. Deus não quer que seus filhos se reproduzam ao ponto de terem 10, 15 filhos nos dias atuais.
Entretanto, cabe aqui uma orientação importante. Se a média brasileira é de 1,8 filho por família, significa que muita gente tem escolhido ter um único filho. E aqui está algo que considero extremamente perigoso. Famílias com filho único estão estimulando o desenvolvimento de uma sociedade hedonista, movida pela busca dos prazeres imediatos; uma sociedade formada por indivíduos egoístas e pouco dispostos a exercer plenamente o amor ao próximo.
Você não precisa fazer muito esforço para notar o quanto já somos individualistas por natureza. Pensamos demais em nós e quase nada nas pessoas que nos cercam.
Famílias de filho único estão criando reizinhos, futuros ditadores, pessoas incapazes de lidar com frustrações. Portanto, embora existam vários aspectos positivos na redução da taxa de fecundidade brasileira, inclusive do ponto de vista econômico, é preciso repensar alguns valores. Filho único é mais sujeito a se tornar um indivíduo mimado. Filho único pode se tornar depressivo, em função da solidão que sente. E pode ter outros problemas... Geralmente é uma pessoa mais frágil... É um indivíduo tímido, outras vezes, tirânico; também tem dificuldades de relacionamento... E ainda está mais sujeito a ser uma pessoa rebelde...
Caro amigo, não tenho aqui a pretensão de ditar a você um modelo familiar. Como se diz por aí, cada um sabe onde o sapato aperta... Mas gostaria que entendesse o desserviço à sociedade que você pode estar fazendo ao optar por ter um único filho.
Na edição do dia 30 de julho, a revista Veja trouxe como destaque de capa uma reportagem sobre a taxa de fecundidade no Brasil. O assunto é relevante e revelador. Se você leu a revista, deve ter percebido que a taxa de fecundidade no Brasil caiu. Hoje, em média, cada família brasileira tem 1,8 filho. Ou seja, é menos de dois filhos por família.
Existem algumas razões para essa mudança no perfil da família brasileira. Entre os motivos estão a inserção da mulher no mercado de trabalho. Para conciliar emprego e família, a mulher precisa ter poucos filhos. Outro motivo é a influência dos meios de comunicação. As novelas brasileiras geralmente apresentam nas tramas famílias de poucos filhos. Isto acaba por criar um referencial para o telespectador. Outra preocupação dos casais é com a capacidade de proporcionar aos filhos uma boa educação, lazer etc. Como geralmente se associa filho com dinheiro, a questão financeira pesa e as famílias escolhem ter menos filhos.
Bem, sob o ponto vista bíblico, não há problemas no planejamento familiar. Embora Deus tenha dito, no início da história humana, “cresceu e multiplicai-vos”, a ordem divina não pode ser aplicada de forma descontextualizada. Isto quer dizer que não há pecado algum em planejar uma família menor. Deus não quer que seus filhos se reproduzam ao ponto de terem 10, 15 filhos nos dias atuais.
Entretanto, cabe aqui uma orientação importante. Se a média brasileira é de 1,8 filho por família, significa que muita gente tem escolhido ter um único filho. E aqui está algo que considero extremamente perigoso. Famílias com filho único estão estimulando o desenvolvimento de uma sociedade hedonista, movida pela busca dos prazeres imediatos; uma sociedade formada por indivíduos egoístas e pouco dispostos a exercer plenamente o amor ao próximo.
Você não precisa fazer muito esforço para notar o quanto já somos individualistas por natureza. Pensamos demais em nós e quase nada nas pessoas que nos cercam.
Famílias de filho único estão criando reizinhos, futuros ditadores, pessoas incapazes de lidar com frustrações. Portanto, embora existam vários aspectos positivos na redução da taxa de fecundidade brasileira, inclusive do ponto de vista econômico, é preciso repensar alguns valores. Filho único é mais sujeito a se tornar um indivíduo mimado. Filho único pode se tornar depressivo, em função da solidão que sente. E pode ter outros problemas... Geralmente é uma pessoa mais frágil... É um indivíduo tímido, outras vezes, tirânico; também tem dificuldades de relacionamento... E ainda está mais sujeito a ser uma pessoa rebelde...
Caro amigo, não tenho aqui a pretensão de ditar a você um modelo familiar. Como se diz por aí, cada um sabe onde o sapato aperta... Mas gostaria que entendesse o desserviço à sociedade que você pode estar fazendo ao optar por ter um único filho.
quinta-feira, julho 31, 2008
Segredo da felicidade: depender de Deus
Para ouvir, clique aqui.
Hoje quero dar continuidade ao tema que iniciamos em nosso programa anterior. Em nosso último encontro falamos sobre uma reportagem da Isto É que buscou pensadores europeus para dizer o que precisamos fazer para alcançar a felicidade. Entre outras coisas, a reportagem apontou que precisamos administrar melhor o nosso tempo, precisamos contemplar e apreciar as coisas belas da vida, precisamos conviver mais com a família... Enfim, esses pensadores europeus apontaram que, se quisermos experimentar a felicidade, devemos fazer uma boa revisão em nossas prioridades.
Os conceitos e valores apresentados por sociólogos, psicólogos e outros pesquisadores renomados estão corretos. Embora não digam de forma explicita, o que esses estudiosos querem nos sugerir é que devemos nos preocupar menos com as coisas materiais.
Diante disso, cheguei a uma conclusão: estamos ocupados demais em cuidar da nossa vida material porque não confiamos totalmente nossa vida a Deus. Pense um pouco... Você estaria em condições de dizer, como o salmista, “em paz me deito e logo pego no sono, porque, SENHOR, só tu me fazes repousar seguro”?
Caro amigo, aqui está o segredo... A segurança que buscamos está no Senhor.
Estamos submersos num mundo sufocante. Vivemos sob pressão, por causa da competitividade. Sonhos com prazeres imediatos que só o dinheiro parece proporcionar. Isto causa estresse e frustração.
Mas existe um jeito para ser feliz. Esse jeito passa por uma receita simples: depender de Deus.
O salmista diz: “em paz me deito”. Quantos de nós deitamos em paz e logo pegamos no sono? Eu diria que apenas alguns privilegiados. Geralmente quando colocamos nossa cabeça no travesseiro, surgem em nossa mente uma série de preocupações, de perguntas sem respostas, de problemas a espera de uma solução... E por que não conseguimos repousar? Porque não entregamos tudo a Deus.
O salmista diz que deita em paz e logo pega no sono, porque o Senhor o faz repousar seguro. O salmista apresenta aqui a sabedoria do cristão... Depender de Deus, confiar no Senhor.
A Bíblia Sagrada aponta que nenhum fio de cabelo cai de nossa cabeça sem que o Senhor saiba. Se o Senhor Deus sabe até quantos fios de cabelo temos em nossa cabeça, será que Ele não conhece as nossas necessidades? Será que Deus não poderia suprir essas necessidades? Eu creio que sim.
Quando o salmista disse que se deitava em paz e logo pegava no sono, ele não vivia um momento tranqüilo. Os versos anteriores do Salmo 4 são muito claros. O salmista se sentia perseguido, mas ainda assim conseguia repousar em paz.
Concluindo, o segredo para ser feliz está mesmo em buscar uma vida mais simples. O segredo está em contemplar o belo, ter mais tempo para a família... É claro que isto implica diretamente em abrir mão de alguns luxos, em abrir mão de um rendimento maior... Mas isso não deve ser um problema para nós, porque o Senhor nos garante o sustento. Lembre-se de um outro salmo... O Salmo 3, verso 5, diz “Deito-me e pego no sono; acordo, porque o SENHOR me sustenta”.
Hoje quero dar continuidade ao tema que iniciamos em nosso programa anterior. Em nosso último encontro falamos sobre uma reportagem da Isto É que buscou pensadores europeus para dizer o que precisamos fazer para alcançar a felicidade. Entre outras coisas, a reportagem apontou que precisamos administrar melhor o nosso tempo, precisamos contemplar e apreciar as coisas belas da vida, precisamos conviver mais com a família... Enfim, esses pensadores europeus apontaram que, se quisermos experimentar a felicidade, devemos fazer uma boa revisão em nossas prioridades.
Os conceitos e valores apresentados por sociólogos, psicólogos e outros pesquisadores renomados estão corretos. Embora não digam de forma explicita, o que esses estudiosos querem nos sugerir é que devemos nos preocupar menos com as coisas materiais.
Diante disso, cheguei a uma conclusão: estamos ocupados demais em cuidar da nossa vida material porque não confiamos totalmente nossa vida a Deus. Pense um pouco... Você estaria em condições de dizer, como o salmista, “em paz me deito e logo pego no sono, porque, SENHOR, só tu me fazes repousar seguro”?
Caro amigo, aqui está o segredo... A segurança que buscamos está no Senhor.
Estamos submersos num mundo sufocante. Vivemos sob pressão, por causa da competitividade. Sonhos com prazeres imediatos que só o dinheiro parece proporcionar. Isto causa estresse e frustração.
Mas existe um jeito para ser feliz. Esse jeito passa por uma receita simples: depender de Deus.
O salmista diz: “em paz me deito”. Quantos de nós deitamos em paz e logo pegamos no sono? Eu diria que apenas alguns privilegiados. Geralmente quando colocamos nossa cabeça no travesseiro, surgem em nossa mente uma série de preocupações, de perguntas sem respostas, de problemas a espera de uma solução... E por que não conseguimos repousar? Porque não entregamos tudo a Deus.
O salmista diz que deita em paz e logo pega no sono, porque o Senhor o faz repousar seguro. O salmista apresenta aqui a sabedoria do cristão... Depender de Deus, confiar no Senhor.
A Bíblia Sagrada aponta que nenhum fio de cabelo cai de nossa cabeça sem que o Senhor saiba. Se o Senhor Deus sabe até quantos fios de cabelo temos em nossa cabeça, será que Ele não conhece as nossas necessidades? Será que Deus não poderia suprir essas necessidades? Eu creio que sim.
Quando o salmista disse que se deitava em paz e logo pegava no sono, ele não vivia um momento tranqüilo. Os versos anteriores do Salmo 4 são muito claros. O salmista se sentia perseguido, mas ainda assim conseguia repousar em paz.
Concluindo, o segredo para ser feliz está mesmo em buscar uma vida mais simples. O segredo está em contemplar o belo, ter mais tempo para a família... É claro que isto implica diretamente em abrir mão de alguns luxos, em abrir mão de um rendimento maior... Mas isso não deve ser um problema para nós, porque o Senhor nos garante o sustento. Lembre-se de um outro salmo... O Salmo 3, verso 5, diz “Deito-me e pego no sono; acordo, porque o SENHOR me sustenta”.
quarta-feira, julho 30, 2008
Obrigado aos leitores...
Muito legal manter um programa em rede nacional. Desde que passou a ser transmitido em todas as emissoras da rede Novo Tempo de Rádio, este blog começou a receber visitas das mais diferentes regiões do país. A cada dia sou surpreendido com novas visitas. O mapa do Google Analytics está a coisa mais linda... Tem gente de Manaus, Belém, Marabá, Sobral, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceio, Aracaju, Salvador, Brasília, Goiânia, Cuiabá, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Santos, Guarulhos, Curitiba, Florianópolis, Joinville, Caxias do Sul, Porto Alegre, Passo Fundo, Santa Maria... Enfim, são pessoas de várias cidades de todo o Brasil que estão acompanhando nossas reflexões sobre comportamento, sociedade e vida cristã. Só posso dizer que estou bastante satisfeito.
Então, muito obrigado a você!
Então, muito obrigado a você!
terça-feira, julho 29, 2008
Segredo da felicidade
Ouça o programete aqui.
A revista Isto É estampou na capa da edição do dia 24 de julho a seguinte manchete: “Seis caminhos para a felicidade”. A revista prometia revelar como o leitor poderia melhorar sua qualidade de vida num mundo cada vez mais exigente.
Gostei da manchete. Então, procurei ler o texto. Encontrei algumas informações bastante interessantes.
De acordo com a reportagem da Isto É, alguns pensadores europeus identificaram o segredo para ser feliz. Entre outras coisas, estão a necessidade valores como o tempo, a tranqüilidade... a boa convivência familiar...
Nosso dia-a-dia tem sido cada vez mais estressante. A correria é grande. Enfrentamos horas de trabalho a fio... Chefes descontrolados... Trânsito enlouquecedor... Tudo porque acreditamos que essa é a fórmula para se ganhar dinheiro. E o dinheiro seria o mecanismo capaz de garantir o nosso bem-estar.
Acontece que, depois de milhões de pessoas estarem sofrendo com estresse, ansiedade, depressão, problemas cardíacos, obesidade entre outros tantos males da modernidade, pensadores europeus, como o sociólogo italiano Domenico De Masi e o filósofo alemão Hans Enzensberger, estão chamando a atenção de valores muito simples. Valores que abandonamos ao longo dos últimos anos.
Esses pensadores dizem que devemos administrar melhor o tempo... A gente precisa ter tempo para contemplar a beleza... Então, eu te faço uma pergunta: quando foi a última vez que você conseguiu ver um nascer do sol? Ou que reparou na beleza de uma noite de céu limpo e estrelado?
Difícil responder, não é verdade?
Chegamos a um ponto onde não conseguimos ter tempo para as refeições com a família. E quando comemos junto aos nossos filhos, muitas vezes, estamos diante de um aparelho de televisão ou até falando pelo celular.
Sabe amigo, o que hoje os pensadores defendem como uma necessidade humana, há 30 anos era algo natural, fazia parte da vida das pessoas. Hoje, ter tempo, desfrutar a natureza, contemplar o belo, bater um papo despretensioso com alguém, são artigos de luxo.
Mas o que a reportagem da Isto É ressalta e aqui eu reforço, com respaldo da Bíblia Sagrada, é que todos nós teremos uma existência vazia se continuarmos a viver apressadamente. O homem criou ilusões, movido pela propaganda de que tempo é dinheiro, movido pela idéia de que é preciso ser competitivo para ser uma pessoa de sucesso... Essa ilusão neutralizou a chance de sermos felizes.
Pode parecer loucura, mas agora temos sociólogos, psicólogos e pesquisadores renomados confirmando essa loucura, é preciso voltar atrás. O nosso jeito atual de viver a vida só traz frustrações e pobreza de espírito. A solução para uma vida melhor não está nas grandes conquistas, mas nas simples e pequenas coisas que abandonamos ao longo dos últimos anos.
A revista Isto É estampou na capa da edição do dia 24 de julho a seguinte manchete: “Seis caminhos para a felicidade”. A revista prometia revelar como o leitor poderia melhorar sua qualidade de vida num mundo cada vez mais exigente.
Gostei da manchete. Então, procurei ler o texto. Encontrei algumas informações bastante interessantes.
De acordo com a reportagem da Isto É, alguns pensadores europeus identificaram o segredo para ser feliz. Entre outras coisas, estão a necessidade valores como o tempo, a tranqüilidade... a boa convivência familiar...
Nosso dia-a-dia tem sido cada vez mais estressante. A correria é grande. Enfrentamos horas de trabalho a fio... Chefes descontrolados... Trânsito enlouquecedor... Tudo porque acreditamos que essa é a fórmula para se ganhar dinheiro. E o dinheiro seria o mecanismo capaz de garantir o nosso bem-estar.
Acontece que, depois de milhões de pessoas estarem sofrendo com estresse, ansiedade, depressão, problemas cardíacos, obesidade entre outros tantos males da modernidade, pensadores europeus, como o sociólogo italiano Domenico De Masi e o filósofo alemão Hans Enzensberger, estão chamando a atenção de valores muito simples. Valores que abandonamos ao longo dos últimos anos.
Esses pensadores dizem que devemos administrar melhor o tempo... A gente precisa ter tempo para contemplar a beleza... Então, eu te faço uma pergunta: quando foi a última vez que você conseguiu ver um nascer do sol? Ou que reparou na beleza de uma noite de céu limpo e estrelado?
Difícil responder, não é verdade?
Chegamos a um ponto onde não conseguimos ter tempo para as refeições com a família. E quando comemos junto aos nossos filhos, muitas vezes, estamos diante de um aparelho de televisão ou até falando pelo celular.
Sabe amigo, o que hoje os pensadores defendem como uma necessidade humana, há 30 anos era algo natural, fazia parte da vida das pessoas. Hoje, ter tempo, desfrutar a natureza, contemplar o belo, bater um papo despretensioso com alguém, são artigos de luxo.
Mas o que a reportagem da Isto É ressalta e aqui eu reforço, com respaldo da Bíblia Sagrada, é que todos nós teremos uma existência vazia se continuarmos a viver apressadamente. O homem criou ilusões, movido pela propaganda de que tempo é dinheiro, movido pela idéia de que é preciso ser competitivo para ser uma pessoa de sucesso... Essa ilusão neutralizou a chance de sermos felizes.
Pode parecer loucura, mas agora temos sociólogos, psicólogos e pesquisadores renomados confirmando essa loucura, é preciso voltar atrás. O nosso jeito atual de viver a vida só traz frustrações e pobreza de espírito. A solução para uma vida melhor não está nas grandes conquistas, mas nas simples e pequenas coisas que abandonamos ao longo dos últimos anos.
segunda-feira, julho 21, 2008
Ciência justifica traição...
Ouça aqui.
Em seguida, comente. Será um prazer saber o que você pensa sobre o assunto.
PS- Se tiver qualquer dificuldade para ouvir, avise-me (pode ser via comentários do blog ou pelo email ronaldonezo@gmail.com).
Em seguida, comente. Será um prazer saber o que você pensa sobre o assunto.
PS- Se tiver qualquer dificuldade para ouvir, avise-me (pode ser via comentários do blog ou pelo email ronaldonezo@gmail.com).
Reciclagem espiritual...
Ouça aqui o programete. Depois, comente. Quero saber o que você pensa.
PS- Se você teve qualquer dificuldade para ouvir o audio, entre em contato comigo (via comentário ou email: ronaldonezo@gmail.com).
PS- Se você teve qualquer dificuldade para ouvir o audio, entre em contato comigo (via comentário ou email: ronaldonezo@gmail.com).
terça-feira, julho 15, 2008
Infidelidade...
Para ouvir, clique aqui.
Uma das notícias de maior audiência da internet, na semana passada, tratava da separação do guitarrista dos Rolling Stones. O músico Ronnie Wood, de 61 anos, trocou a esposa por uma garçonete de 18 anos. Ronnie Wood estava casado há 23 anos. Outra informação curiosa é que o guitarrista abandonou a mulher por uma garota que ele conhecia há apenas três meses.
Diante da notícia, é impossível não pensar em outras tantas notícias semelhantes. As revistas de fofocas trazem a cada nova semana dezenas de notícias parecidas com a do músico inglês. São artistas, diriam alguns. Eles são mesmo superficiais, diriam outros.
Eu concordo parcialmente com essa verdade. De fato, as chamadas celebridades parecem viver num universo paralelo onde tudo é tido como normal.
Acontece que divórcios como o do músico Ronnie Wood também acontecem no meio cristão. Pessoas que vivem relacionamentos supostamente sólidos têm deixado o lar porque se encantaram por alguém que conheceram há apenas alguns meses.
Às vezes, são jovenzinhas de 18, 20 anos... Outras vezes, são mulheres um pouco mais maduras. Ah... mas a gente não pode esquecer que esse fenômeno não atinge apenas os homens. Mulheres também têm se deixado seduzir pelo sonho de experimentar uma paixão que nunca tiveram em casa.
Amigo da NT, no mundo atual, todos nós somos tentados. Parece até que vivemos num grande mercado onde homens e mulheres, de diferentes idades e para todos os gostos, estão expostos esperando o primeiro que se disponha a levar um exemplar pra casa.
Muitos homens são tentados pelo convívio com a secretária gentil e que tem muito mais que belos olhos... Ou ainda por colegas de sala de aula – inteligentes e sempre bem-humoradas, como a esposa nunca foi... Mulheres são seduzidas pelo personal trainer, que sempre está disposto a mostrar um sorriso e ouvi-las com toda atenção do mundo.
São homens e mulheres que acreditam receber dos céus uma nova chance para serem felizes. Por isso, não olham para as conseqüências, para a dor que vão causar e simplesmente partem para uma aventura que nem sempre termina bem.
Caro amigo, não tenho aqui a pretensão de ser dono da verdade. Mas quero sugerir a você que pense um pouco sobre este assunto. Pense não apenas como alguém que confirma o que estou dizendo... Pense como alguém que reconhece que todos nós estamos suscetíveis às tentações.
O mundo tem mulheres e homens maravilhosos. Em nossos dias, mulheres não têm apenas um rosto de aparência bondosa e gentil. Elas possuem olhar sedutor, corpos atraentes e ainda parecem dispostas a valorizar tudo que a natureza já foi gentil... Os homens não vêm apenas com a etiqueta de trabalhador e honesto... Eles também cuidam da beleza, estão cheirosos, falam palavras e ainda são capazes de ouvir uma mulher.
Por isso tudo, não é difícil sentir-se atraído por alguém bem diferente daquela pessoa que você tem em casa. Mas sabe de uma coisa? Um sábio chamado Salomão viveu todas essas experiências que hoje muita gente tem vivido. E, ao chegar ao final de sua vida, ele concluiu: tudo isso é vaidade. Salomão percebeu que todos os relacionamentos que experimentou não trouxeram felicidade. Pelo contrário, Salomão foi infeliz porque abriu mão de viver a experiência única de aprofundar-se num relacionamento fiel e abençoado por Deus.
Uma das notícias de maior audiência da internet, na semana passada, tratava da separação do guitarrista dos Rolling Stones. O músico Ronnie Wood, de 61 anos, trocou a esposa por uma garçonete de 18 anos. Ronnie Wood estava casado há 23 anos. Outra informação curiosa é que o guitarrista abandonou a mulher por uma garota que ele conhecia há apenas três meses.
Diante da notícia, é impossível não pensar em outras tantas notícias semelhantes. As revistas de fofocas trazem a cada nova semana dezenas de notícias parecidas com a do músico inglês. São artistas, diriam alguns. Eles são mesmo superficiais, diriam outros.
Eu concordo parcialmente com essa verdade. De fato, as chamadas celebridades parecem viver num universo paralelo onde tudo é tido como normal.
Acontece que divórcios como o do músico Ronnie Wood também acontecem no meio cristão. Pessoas que vivem relacionamentos supostamente sólidos têm deixado o lar porque se encantaram por alguém que conheceram há apenas alguns meses.
Às vezes, são jovenzinhas de 18, 20 anos... Outras vezes, são mulheres um pouco mais maduras. Ah... mas a gente não pode esquecer que esse fenômeno não atinge apenas os homens. Mulheres também têm se deixado seduzir pelo sonho de experimentar uma paixão que nunca tiveram em casa.
Amigo da NT, no mundo atual, todos nós somos tentados. Parece até que vivemos num grande mercado onde homens e mulheres, de diferentes idades e para todos os gostos, estão expostos esperando o primeiro que se disponha a levar um exemplar pra casa.
Muitos homens são tentados pelo convívio com a secretária gentil e que tem muito mais que belos olhos... Ou ainda por colegas de sala de aula – inteligentes e sempre bem-humoradas, como a esposa nunca foi... Mulheres são seduzidas pelo personal trainer, que sempre está disposto a mostrar um sorriso e ouvi-las com toda atenção do mundo.
São homens e mulheres que acreditam receber dos céus uma nova chance para serem felizes. Por isso, não olham para as conseqüências, para a dor que vão causar e simplesmente partem para uma aventura que nem sempre termina bem.
Caro amigo, não tenho aqui a pretensão de ser dono da verdade. Mas quero sugerir a você que pense um pouco sobre este assunto. Pense não apenas como alguém que confirma o que estou dizendo... Pense como alguém que reconhece que todos nós estamos suscetíveis às tentações.
O mundo tem mulheres e homens maravilhosos. Em nossos dias, mulheres não têm apenas um rosto de aparência bondosa e gentil. Elas possuem olhar sedutor, corpos atraentes e ainda parecem dispostas a valorizar tudo que a natureza já foi gentil... Os homens não vêm apenas com a etiqueta de trabalhador e honesto... Eles também cuidam da beleza, estão cheirosos, falam palavras e ainda são capazes de ouvir uma mulher.
Por isso tudo, não é difícil sentir-se atraído por alguém bem diferente daquela pessoa que você tem em casa. Mas sabe de uma coisa? Um sábio chamado Salomão viveu todas essas experiências que hoje muita gente tem vivido. E, ao chegar ao final de sua vida, ele concluiu: tudo isso é vaidade. Salomão percebeu que todos os relacionamentos que experimentou não trouxeram felicidade. Pelo contrário, Salomão foi infeliz porque abriu mão de viver a experiência única de aprofundar-se num relacionamento fiel e abençoado por Deus.
quinta-feira, julho 10, 2008
Homossexualismo na mídia... III
Um leitor, que preferiu não se identificar, fez o seguinte comentário no post "Homossexualismo na mídia":
Eu concordo com a sua linha de pensamento, e também creio que o Senhor Deus criou-nos para sermos macho e fêmea e nada mais além disso, e somente assim poderemos ser felizes na medida do possivel, aqui nesta Terra. Admiro a sua coragem em colocar sua posição diante da sociedade, já que todos na "mídia" defendem exatamente o contrário. Tenho um cunhado que trabalha na "lotada" > kombi de transporte alternativo no RJ >, e ele teve uma conversa com um passageiro homossexual que estava completamente transformado por silicones, butox, etc; mas falou com ele com voz masculina mesmo, e colocou sua tristeza e arrependimento de viver uma vida assim, já que na verdade, no seu caso, não passava de uma farsa, com aparência de mulher, essência de homem, e procurado por homens que tinham aparência de homem mas o usavam como homem também, ou seja, eram homosexuais camuflados. Meu cunhado perguntou-lhe por que então ele não deixava aquela vida, e ele respondeu que já era tarde demais, e que morreria se tentasse retirar todo aquele material de seu corpo. Muito triste, mas real. O que fazer numa situação destas? Ninguém nunca coloca na mídia histórias assim, de destruição, de angústia, tristeza por não se encontrar naquilo que parecia ser o correto.
Eu concordo com a sua linha de pensamento, e também creio que o Senhor Deus criou-nos para sermos macho e fêmea e nada mais além disso, e somente assim poderemos ser felizes na medida do possivel, aqui nesta Terra. Admiro a sua coragem em colocar sua posição diante da sociedade, já que todos na "mídia" defendem exatamente o contrário. Tenho um cunhado que trabalha na "lotada" > kombi de transporte alternativo no RJ >, e ele teve uma conversa com um passageiro homossexual que estava completamente transformado por silicones, butox, etc; mas falou com ele com voz masculina mesmo, e colocou sua tristeza e arrependimento de viver uma vida assim, já que na verdade, no seu caso, não passava de uma farsa, com aparência de mulher, essência de homem, e procurado por homens que tinham aparência de homem mas o usavam como homem também, ou seja, eram homosexuais camuflados. Meu cunhado perguntou-lhe por que então ele não deixava aquela vida, e ele respondeu que já era tarde demais, e que morreria se tentasse retirar todo aquele material de seu corpo. Muito triste, mas real. O que fazer numa situação destas? Ninguém nunca coloca na mídia histórias assim, de destruição, de angústia, tristeza por não se encontrar naquilo que parecia ser o correto.
quarta-feira, julho 09, 2008
Abandono dos filhos e a criminalidade...
Para ouvir o programete, clique aqui.
O que leva um pai não sentir nenhuma falta do filho? Esta pergunta que eu faço a você, eu fiz pra mim... Esta pergunta eu tentei responder pra mim mesmo.
Nesta semana, ao entrar na sala dos professores da faculdade onde leciono, ouvi uma conversa entre dois colegas. Uma professora perguntou a um colega sobre o filho de nove anos... Ele é separado da mulher e, por isso, raramente vê o menino.
A professora perguntou: mas você não sente falta do garoto? Friamente, esse meu colega de profissão simplesmente respondeu: não, eu não sinto nenhuma falta dele.
Caro amigo, eu senti uma tremenda dor no coração. De imediato, lembrei dos meus filhos e pensei “eu não conseguiria viver um único dia distante deles”.
Sabe amigo, o comportamento desse meu colega de trabalho é o mesmo de milhares de outros pais e até mães. Alguns estão separados fisicamente dos filhos, em função de um divórcio. Outros estão separados dos filhos vivendo em suas próprias casas.
O abandono dos filhos ou o desamor pelas crianças é evidente em muitos lares. O que dizer desse fenômeno recente que estamos presenciando? Mães que jogam filhos pela janela de prédios... No sábado passado, dia 5, uma menininha de quatro anos caiu do terceiro andar de um shopping... Há cerca de 15 dias, uma mãe de Curitiba jogou um bebê de oito meses pela janela do prédio. E depois disse a polícia que precisava se livrar do pacote... E tem ainda o caso mais conhecido... o da menina Isabella, de seis anos, jogada do sexto de um prédio de São Paulo.
São casos de desamor... Crianças viram pacotes, objetos descartáveis... É claro que nem todos pais saem jogando filhos pela janela, mas às vezes fazem coisas tão graves quanto, por simplesmente ignorarem que as crianças existem e que precisam ser amadas.
Qual a conseqüência? A conseqüência está diante dos nossos olhos: crianças que crescem sem nenhum referencial de pai, sem nenhum referencial de mãe e, por isso mesmo, são adotadas pelo mundo. Mas essa adoção não é nada afetiva. Essas crianças não amadas por seus pais geralmente tornam-se adolescentes e jovens frustrados, ansiosos e, pior que isto, tornam-se muitas vezes pessoas criminosas.
Não é difícil observar as estatísticas. Acompanhe os números de sua cidade. Você vai notar que a cada ano sobe o número de homicídios e latrocínios em 15% ou 20%. As estatísticas dos furtos e roubos também estão em disparada. Hoje, praticamente não existem mais cidades seguras. Por exemplo, entre as capitais do Brasil, até três ou quatro anos atrás, Curitiba era uma cidade considerada segura. A escalada da violência foi tão grande na capital paranaense que, dia desses, uma leitora comentou no site da Folha de São Paulo: Curitiba é uma cidade de dar pena...
Talvez alguém possa até dizer: o Ronaldo está exagerando... Bem, eu acredito que não. Os números estão aí. E as pesquisas científicas também apontam na mesma direção. A violência quase sempre está relacionada à falta de referenciais familiares... Quase sempre está relacionada ao crescimento de uma criança que nunca soube o que ser amado por um pai, o que ser amado por uma mãe...
E esse fenômeno social têm uma explicação bíblica: a Palavra do Senhor diz que, nos últimos dias, o amor se esfriaria. Por que as pessoas não sentem falta dos filhos? Porque não amam seus filhos. Porque alguém comete um crime? Porque não se sente amado, não ama sua própria vida e não consegue amar o outro. Na prática, essa pessoa não aprendeu a amar.
Concluindo, obviamente existem outras variáveis que influenciam na escalada do crime. Mas não podemos negar que filhos sem pais estão muito mais suscetíveis a serem adotados por criminosos...
O que leva um pai não sentir nenhuma falta do filho? Esta pergunta que eu faço a você, eu fiz pra mim... Esta pergunta eu tentei responder pra mim mesmo.
Nesta semana, ao entrar na sala dos professores da faculdade onde leciono, ouvi uma conversa entre dois colegas. Uma professora perguntou a um colega sobre o filho de nove anos... Ele é separado da mulher e, por isso, raramente vê o menino.
A professora perguntou: mas você não sente falta do garoto? Friamente, esse meu colega de profissão simplesmente respondeu: não, eu não sinto nenhuma falta dele.
Caro amigo, eu senti uma tremenda dor no coração. De imediato, lembrei dos meus filhos e pensei “eu não conseguiria viver um único dia distante deles”.
Sabe amigo, o comportamento desse meu colega de trabalho é o mesmo de milhares de outros pais e até mães. Alguns estão separados fisicamente dos filhos, em função de um divórcio. Outros estão separados dos filhos vivendo em suas próprias casas.
O abandono dos filhos ou o desamor pelas crianças é evidente em muitos lares. O que dizer desse fenômeno recente que estamos presenciando? Mães que jogam filhos pela janela de prédios... No sábado passado, dia 5, uma menininha de quatro anos caiu do terceiro andar de um shopping... Há cerca de 15 dias, uma mãe de Curitiba jogou um bebê de oito meses pela janela do prédio. E depois disse a polícia que precisava se livrar do pacote... E tem ainda o caso mais conhecido... o da menina Isabella, de seis anos, jogada do sexto de um prédio de São Paulo.
São casos de desamor... Crianças viram pacotes, objetos descartáveis... É claro que nem todos pais saem jogando filhos pela janela, mas às vezes fazem coisas tão graves quanto, por simplesmente ignorarem que as crianças existem e que precisam ser amadas.
Qual a conseqüência? A conseqüência está diante dos nossos olhos: crianças que crescem sem nenhum referencial de pai, sem nenhum referencial de mãe e, por isso mesmo, são adotadas pelo mundo. Mas essa adoção não é nada afetiva. Essas crianças não amadas por seus pais geralmente tornam-se adolescentes e jovens frustrados, ansiosos e, pior que isto, tornam-se muitas vezes pessoas criminosas.
Não é difícil observar as estatísticas. Acompanhe os números de sua cidade. Você vai notar que a cada ano sobe o número de homicídios e latrocínios em 15% ou 20%. As estatísticas dos furtos e roubos também estão em disparada. Hoje, praticamente não existem mais cidades seguras. Por exemplo, entre as capitais do Brasil, até três ou quatro anos atrás, Curitiba era uma cidade considerada segura. A escalada da violência foi tão grande na capital paranaense que, dia desses, uma leitora comentou no site da Folha de São Paulo: Curitiba é uma cidade de dar pena...
Talvez alguém possa até dizer: o Ronaldo está exagerando... Bem, eu acredito que não. Os números estão aí. E as pesquisas científicas também apontam na mesma direção. A violência quase sempre está relacionada à falta de referenciais familiares... Quase sempre está relacionada ao crescimento de uma criança que nunca soube o que ser amado por um pai, o que ser amado por uma mãe...
E esse fenômeno social têm uma explicação bíblica: a Palavra do Senhor diz que, nos últimos dias, o amor se esfriaria. Por que as pessoas não sentem falta dos filhos? Porque não amam seus filhos. Porque alguém comete um crime? Porque não se sente amado, não ama sua própria vida e não consegue amar o outro. Na prática, essa pessoa não aprendeu a amar.
Concluindo, obviamente existem outras variáveis que influenciam na escalada do crime. Mas não podemos negar que filhos sem pais estão muito mais suscetíveis a serem adotados por criminosos...
terça-feira, julho 08, 2008
Homossexualismo na mídia... II
Depois de estrear na Rede Novo Tempo, o nosso Fato Pensado começa a receber as primeiras opiniões sobre os assuntos aqui discutidos. A leitora/ouvinte Anna Ludmilla escreveu:
Percebo que há uma apologia ao homossexualismo fundamentada num fato real , mas usado como pretexto para massificar um comportamento sexual que não é na verdade o da maioria dos indivíduos. O fato é a homofobia e a violência contra homossexuais. Não concordo com a violência. Mas se os heterossexuais forem fazer apologia do comportamento heterossexual certamente vão suplantar com facilidade este fenômeno midiático, pois devem somar 90% da população. Percebo também que os debates são superficiais e a ciência não definiu nada ainda. Então daqui a pouco alguns poderão até falar que há possibilidade de ser uma mutação natural da espécie humana.
Percebo que há uma apologia ao homossexualismo fundamentada num fato real , mas usado como pretexto para massificar um comportamento sexual que não é na verdade o da maioria dos indivíduos. O fato é a homofobia e a violência contra homossexuais. Não concordo com a violência. Mas se os heterossexuais forem fazer apologia do comportamento heterossexual certamente vão suplantar com facilidade este fenômeno midiático, pois devem somar 90% da população. Percebo também que os debates são superficiais e a ciência não definiu nada ainda. Então daqui a pouco alguns poderão até falar que há possibilidade de ser uma mutação natural da espécie humana.
sexta-feira, julho 04, 2008
Vida apressada...
Para ouvir o audio, clique aqui.
O FATO PENSADO de hoje quer falar sobre a impressão que temos de que o tempo está passando rápido demais. Digo que é uma impressão, porque as 24 horas do dia são as mesmas pra todo mundo. São as mesmas 24 horas que tínhamos no passado...
Agora, preste atenção, não parece que as festas do Natal, do Ano Novo, foram realizadas dia desses? Eu às vezes fico assustado ao fazer as contas e ver que seis meses passaram depressa demais. Não dá nem pra saber direito o que fizemos nesses seis meses. Corremos, corremos e o que conquistamos? Cansaço e frustração.
Mas, por que o tempo está passando ligeiro? A conclusão é fácil... O tempo passa depressa porque estamos vivendo tudo muito superficialmente.
Pense um pouco... Quando foi a última vez que você ficou na mesa por pelo menos quarenta, quarenta e cinco minutos apenas apreciando a refeição? Sem levantar para atender o telefone, sem falar ao celular, sem ligar a televisão... apenas apreciando a refeição e a companhia da família?
O tempo passa depressa porque estamos ocupados demais. Li dia desses um texto da escritora Gisele Rao, na revista Uma. Ela comentou o nosso jeito de viver... Gisele Rao destacou: hoje, enquanto andamos na rua, falamos ao telefone. Enquanto conversamos com os amigos, checamos os emails na internet. Enquanto caminhamos, ouvimos música... Ou seja, nos tornamos cada vez mais desassossegados. E tem um detalhe: se a gente não faz sempre duas ou três coisas ao mesmo, ainda achamos que somos inúteis.
Caro amigo, o nosso grande problema é nossa inquietação. Estamos ansiosos. Queremos fazer tudo ao mesmo, porque pretendemos chegar a um lugar que sequer conhecemos.
Trabalhamos tanto para ter segurança, mas não sabemos exatamente que segurança queremos e quando a alcançaremos.
Nossa pressa nos impede de experimentar o amor que sentimos por pessoas especiais, como nossa esposa ou esposa, nossos filhos, nossos pais... Amamos com atropelo e cultivamos fantasias de viver grandes amores. Nunca os teremos, pois estamos ocupados demais que não percebemos que já temos pessoas maravilhosas para amar, mas que são preteridas em nome da nossa necessidade de fazer sempre mais.
Mas será que tem um jeito de parar tudo e experimentarmos o melhor da vida? Talvez sim. Entretanto, se pretendemos abrir mão de viver apressadamente, temos que aprender a ter um outro ritmo. E mais que isso: será necessário resistir a pressão de todos os demais que vão olhar pra nós e nos classificar como alienados, folgados ou até mesmo preguiçosos.
É uma questão de escolha...
Também será preciso acreditar mais numa promessa de Cristo. Ele certa vez disse que não deveríamos nos preocupar tanto com o dia de amanhã. Cristo lembrou que se até as aves são protegidas por ele, nós – que somos a obra-prima da criação - não teríamos os cuidados dEle?
sexta-feira, junho 27, 2008
Homossexualismo na mídia...
Para ouvir, clique aqui.
Hoje quero compartilhar com você uma preocupação. Não sei se você tem notado, mas percebo que a mídia tem procurado transformar a homossexualidade em algo absolutamente natural. Digo mais, a maneira como as coisas estão sendo apresentadas sugere até que ser homossexual é algo prazeroso.
Por que digo isto? Porque praticamente todas as revista, sites de internet, programas de televisão ou novelas apresentam o tema até com certo glamour.
Acompanhe comigo alguns exemplos: dias atrás estava no ar na rede Globo uma novela com o nome Duas Caras. Nos meses finais da trama a principal polêmica proposta era vai ter ou não o primeiro beijo gay no capítulo final? Assim que a novela terminou, a revista Época trouxe na capa um casal de sargentos do exército. A história rendeu dezenas de outras notícias em diferentes veículos de comunicação.
Ainda na Globo, uma nova novela estreou. A Favorita chegou e mais uma vez lá estão os homossexuais glamourizados pela trama. Há inclusive na história uma mulher, que sofre com um marido grosseiro, violento, e que vai encontrar numa relação homossexual tudo aquilo que nunca teve com o esposo.
Sabe amigo, não estou aqui para despertar o ódio contra os homossexuais. Pelo contrário. A Bíblia nos ensina que o Senhor ama a todas as pessoas. Não existe absolutamente ninguém que não seja recebido pelo Pai. Entretanto, algumas coisas que são abominação diante de Deus. Os homossexuais também são alcançados pelo amor do Criador. Entretanto, o homossexualismo é abominação diante de Deus.
Isto pode até parecer contraditório, mas não é.
Mas tem algo mais que eu gostaria de sugerir como reflexão a você: por que será que a mídia tem dado tanta atenção a esse tema? Preste bem atenção nisso: reconhecer que o homossexualismo existe e posicionar-se contra a discriminação é uma coisa; outra bem diferente é transformar homens e mulheres que preferem se relacionar com pessoas do mesmo sexo em modelos de felicidade.
Todos os dias, reportagens e programas de tevê estão sugerindo que esse padrão de vida é algo bom e prazeroso.
Por isso, volto a perguntar: por que isto está acontecendo? Será que não existe um mentor intelectual para esse novo fenômeno midiático? Eu penso que sim. Alguém está querendo levar para dentro das casas um jeito diferente de se relacionar... Um jeito diferente daquele previsto pelo Criador. Alguém está querendo romper com a ordem... Pense nisto. E pense um pouco mais em você e sua família. Será que esse tipo de mensagem não está entrando em sua casa através da tevê, de revistas ou da internet? Será que essas mensagens não são uma cunha do inimigo para abrir uma brecha dentro do seu lar?
Hoje quero compartilhar com você uma preocupação. Não sei se você tem notado, mas percebo que a mídia tem procurado transformar a homossexualidade em algo absolutamente natural. Digo mais, a maneira como as coisas estão sendo apresentadas sugere até que ser homossexual é algo prazeroso.
Por que digo isto? Porque praticamente todas as revista, sites de internet, programas de televisão ou novelas apresentam o tema até com certo glamour.
Acompanhe comigo alguns exemplos: dias atrás estava no ar na rede Globo uma novela com o nome Duas Caras. Nos meses finais da trama a principal polêmica proposta era vai ter ou não o primeiro beijo gay no capítulo final? Assim que a novela terminou, a revista Época trouxe na capa um casal de sargentos do exército. A história rendeu dezenas de outras notícias em diferentes veículos de comunicação.
Ainda na Globo, uma nova novela estreou. A Favorita chegou e mais uma vez lá estão os homossexuais glamourizados pela trama. Há inclusive na história uma mulher, que sofre com um marido grosseiro, violento, e que vai encontrar numa relação homossexual tudo aquilo que nunca teve com o esposo.
Sabe amigo, não estou aqui para despertar o ódio contra os homossexuais. Pelo contrário. A Bíblia nos ensina que o Senhor ama a todas as pessoas. Não existe absolutamente ninguém que não seja recebido pelo Pai. Entretanto, algumas coisas que são abominação diante de Deus. Os homossexuais também são alcançados pelo amor do Criador. Entretanto, o homossexualismo é abominação diante de Deus.
Isto pode até parecer contraditório, mas não é.
Mas tem algo mais que eu gostaria de sugerir como reflexão a você: por que será que a mídia tem dado tanta atenção a esse tema? Preste bem atenção nisso: reconhecer que o homossexualismo existe e posicionar-se contra a discriminação é uma coisa; outra bem diferente é transformar homens e mulheres que preferem se relacionar com pessoas do mesmo sexo em modelos de felicidade.
Todos os dias, reportagens e programas de tevê estão sugerindo que esse padrão de vida é algo bom e prazeroso.
Por isso, volto a perguntar: por que isto está acontecendo? Será que não existe um mentor intelectual para esse novo fenômeno midiático? Eu penso que sim. Alguém está querendo levar para dentro das casas um jeito diferente de se relacionar... Um jeito diferente daquele previsto pelo Criador. Alguém está querendo romper com a ordem... Pense nisto. E pense um pouco mais em você e sua família. Será que esse tipo de mensagem não está entrando em sua casa através da tevê, de revistas ou da internet? Será que essas mensagens não são uma cunha do inimigo para abrir uma brecha dentro do seu lar?
sexta-feira, junho 20, 2008
Reverência ao Senhor...
Nesse dia 18 de junho o Brasil comemorou os 100 anos de imigração japonesa. O príncipe herdeiro do trono japonês veio até o nosso país para lembrar da data. Uma grande festa foi preparada. A imprensa de um modo geral fala do assunto. O príncipe Naruhito é recepcionado com homenagens e sempre de forma muito respeitosa. Enfim, tudo muito lindo.
Mas, ouça só uma coisa: antes da chegada do herdeiro do trono do Japão, nós, jornalistas, recebemos uma série de recomendações sobre como nos portarmos diante do príncipe. Por exemplo, foi nos informado que nenhum jornalista poderia...
- Atravessar na frente do Príncipe
- Ultrapassar o Príncipe
- Recuar na frente do Príncipe
- Seguir o Príncipe (filmagens ou fotografias deveriam ser feitas em local parado)
Nenhum jornalista também poderia...
- Gravar conversas do Príncipe aproximando o microfone
- Fazer cobertura fora do lugar pré-determinado
- Entrevistar o Príncipe.
Caro ouvinte, essas eram apenas algumas das recomendações.
Tamanho respeito ao príncipe me fez pensar sobre nossa conduta espiritual.
O príncipe Naruhito, embora seja uma autoridade do Japão, que mereça respeito e tratamento elegante, o herdeiro do trono não é nada mais que um homem, um ser humano – como eu e você. Entretanto, centenas de pessoas tomaram todo cuidado do mundo para não errar no protocolo.
Mas o que dizer do Senhor, nosso Deus?
Quantos de nós nos apresentamos na presença de Deus de forma respeitosa?
Sabe amigo, tenho a impressão que os homens devotam honras a homens e ignoram o Senhor Todo-Poderoso.
Tenho notado em nossas igrejas que muita gente simplesmente ignora estar na presença de Deus. Homens e mulheres, jovens e crianças portam-se como se Deus fosse um zé ninguém. Vestem-se de forma inadequada, falam durante as reuniões, não cantam na hora de cantar, circulam livremente pela igreja, mascam chicletes, namorados trocam beijos e carinhos... Tudo, na presença do Deus Altíssimo. Fariam isso se estivem na presença do príncipe do Japão? Provavelmente não. E se fizessem, seriam repreendidos pela equipe do cerimonial.
Amigo da Novo Tempo, o Fato Pensado só quer sugerir que você reflita um pouco... Somos filhos de Deus. E Ele merece ser honrado por seu povo. O profeta Isaías, em uma de suas visões, viu anjos com seis asas – com duas esses anjos cobriam os rostos, com duas cobriam os pés e com duas voavam... Esses anjos cobriam os rostos e os pés, porque estavam na presença de Deus. Se os anjos, que não cometem pecados, reverenciam o Senhor, como deveríamos nos colocar na presença do Rei dos reis?
Mas, ouça só uma coisa: antes da chegada do herdeiro do trono do Japão, nós, jornalistas, recebemos uma série de recomendações sobre como nos portarmos diante do príncipe. Por exemplo, foi nos informado que nenhum jornalista poderia...
- Atravessar na frente do Príncipe
- Ultrapassar o Príncipe
- Recuar na frente do Príncipe
- Seguir o Príncipe (filmagens ou fotografias deveriam ser feitas em local parado)
Nenhum jornalista também poderia...
- Gravar conversas do Príncipe aproximando o microfone
- Fazer cobertura fora do lugar pré-determinado
- Entrevistar o Príncipe.
Caro ouvinte, essas eram apenas algumas das recomendações.
Tamanho respeito ao príncipe me fez pensar sobre nossa conduta espiritual.
O príncipe Naruhito, embora seja uma autoridade do Japão, que mereça respeito e tratamento elegante, o herdeiro do trono não é nada mais que um homem, um ser humano – como eu e você. Entretanto, centenas de pessoas tomaram todo cuidado do mundo para não errar no protocolo.
Mas o que dizer do Senhor, nosso Deus?
Quantos de nós nos apresentamos na presença de Deus de forma respeitosa?
Sabe amigo, tenho a impressão que os homens devotam honras a homens e ignoram o Senhor Todo-Poderoso.
Tenho notado em nossas igrejas que muita gente simplesmente ignora estar na presença de Deus. Homens e mulheres, jovens e crianças portam-se como se Deus fosse um zé ninguém. Vestem-se de forma inadequada, falam durante as reuniões, não cantam na hora de cantar, circulam livremente pela igreja, mascam chicletes, namorados trocam beijos e carinhos... Tudo, na presença do Deus Altíssimo. Fariam isso se estivem na presença do príncipe do Japão? Provavelmente não. E se fizessem, seriam repreendidos pela equipe do cerimonial.
Amigo da Novo Tempo, o Fato Pensado só quer sugerir que você reflita um pouco... Somos filhos de Deus. E Ele merece ser honrado por seu povo. O profeta Isaías, em uma de suas visões, viu anjos com seis asas – com duas esses anjos cobriam os rostos, com duas cobriam os pés e com duas voavam... Esses anjos cobriam os rostos e os pés, porque estavam na presença de Deus. Se os anjos, que não cometem pecados, reverenciam o Senhor, como deveríamos nos colocar na presença do Rei dos reis?
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